Flacidez sob controle – Correio Braziliense – 12/07/2009

Flacidez sob controle Maria Vitória A área do pescoço tende a ser muito indiscreta: pode comprometer a aparência jovial de uma pessoa e denunciar sua idade. Problema comum tanto em homens quanto em mulheres, a papada surge devagarinho, com o passar dos anos. Há também o chamado queixo duplo, desenvolvido em indivíduos com predisposição genética para acumular gordura na região. Em ambos os casos, estão disponíveis procedimentos corretivos. “As cirurgias de pescoço e eliminação da papada são realizadas de forma isolada em alguns casos específicos. A idade ideal geralmente é a partir dos 40 anos”, afirma o cirurgião plástico Carlos Carpaneda. Mas os resultados não são definitivos. “O lifting, por exemplo, com a retirada do excesso de pele e flacidez, dura em média de sete a 10 anos”, explica a cirurgiã Márcia Moreira. O médico José Carlos Daher, um dos pioneiros em cirurgia plástica no Distrito Federal, desenvolveu uma nova técnica para corrigir o aspecto flácido do pescoço. “Eu inventei um processo que tem duas vantagens: é um tratamento ambulatorial, que substitui a cirurgia de descolamento de pescoço, e dispensa o corte embaixo do queixo”, explica o médico. A técnica já foi adotada em 40 pacientes e publicada na revista Aesthetic Plastic Surgery. “Agradou muito aos americanos”, garante Daher. Palavra do especialista
Maria Vitória

A perda da flacidez da pele do pescoço é um processo de envelhecimento ou tem origem genética?
O problema surge com a idade, faz parte do envelhecimento. Com o passar dos anos, o músculo platisma perde a elasticidade, formando as duas tiras nas laterais do pescoço. Pessoas que passam por grande perda de peso apresentam o
distúrbio mais cedo?

Não. As deformidades do pescoço são gorduras excessivas, flacidez da pele e o surgimento das faixas platismais — a flacidez da musculatura. A papada
pode ser corrigida com a lipoescultura. Já a flacidez só é eliminada com a cirurgia da face. A pessoa precisa ficar em repouso?
Não, pois o procedimento é ambulatorial. Não há sedação do paciente. A técnica é denominada platismatobia fechada, pois não há cortes na pele. A cirurgia apresenta risco?
Como qualquer cirurgia, deve ser feita por um cirurgião especializado.
O músculo platisma fica abaixo da pele e, por isso, não há risco de afetar outros órgãos localizados mais profundamente, como a tireoide. José Carlos Daher é cirurgião plástico 

 

  

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