Pessoa que se auto-diagnostica é mais propensa a acreditar que tem doença grave – 24/07/2012

Pessoas que se auto-diagnosticam são mais propensas a acreditar que têm uma doença grave, porque se concentram nos sintomas a despeito da probabilidade de uma determinada doença. "No mundo conectado de hoje, auto-diagnóstico via internet é muito comum. Tais exercícios de correspondência de sintomas podem levar os consumidores a superestimar a probabilidade de contrair uma doença grave, porque eles se concentram em seus sintomas, ignorando a baixíssima probabilidade de seus sintomas estarem relacionados a qualquer doença grave", dizem os autores do estudo Dengfeng Yan e Jaideep Sengupta, da Hong Kong University of Science and Technology. " Geralmente as pessoas esperam pelo pior quando se trata da própria saúde, mantendo calma e objetividade em relação aos outros. Por exemplo, quando alguém sofre de indigestão, tendemos a perceber com precisão a indigestão, mas experimentar o mesmo sintoma pode nos levar a entrar em pânico e pensar que estamos tendo um ataque cardíaco" , continuam. No estudo, os autores pediram aos consumidores para imaginar que eles ou outra pessoa estivesse sofrendo de sintomas comuns, tais como febre, tosse, coriza e dor de cabeça. Eles foram então convidados a avaliar a probabilidade deles ou da outra pessoa ter contraído H1N1 (gripe suína) ou gripe comum. Os consumidores eram muito mais precisos ao avaliar os sintomas de outras pessoas. " Uma vez que eles são mais propensos a confundir seus diagnósticos, os consumidores podem acabar tendo ação médica desnecessária, o que é ruim para eles, e também é ruim do ponto de vista do custo social." "Uma das maneiras mais fáceis para se livrar desse viés é consultar um médico de verdade em vez do ‘ Dr. Google’ . Um médico de verdade possui muito mais conhecimento e terá a prevalência da doença em consideração porque ele está vendo o paciente a uma distância. Isto irá prevenir os sintomas de exercerem uma influência desproporcional sobre o diagnóstico" , concluem os autores. Estudo foi publicado no Journal of Consumer Research.

Fonte: Isaúde

 

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