Reposição hormonal também traz efeitos para os homens – 01/08/12

 Os anos se passam, a idade chega e com ela vão embora a força física, a disposição e o desejo sexual. Parece um processo natural, mas não precisa ser assim. Tanto nas mulheres quanto nos homens, isso pode ser provocado pela queda na taxa dos hormônios sexuais. Nas mulheres, a queda é brusca. O estrógeno cai 30% aos 50 anos, com flutuações na menopausa. Já a progesterona cai 75% entre 35 e 50 anos com contínuo declínio, e praticamente desaparece após a menopausa. Esses hormônios regulam o ciclo menstrual e a fertilidade feminina, mas não só. Eles também têm relação com a libido, com a circulação e com o fortalecimento dos ossos. Por isso, a queda na produção hormonal aumenta as chances do aparecimento de doenças cardiovasculares e da osteoporose nas mulheres.

Nos homens, a queda é bem menor e mais lenta que nas mulheres. É normal muitos homens passarem a vida sem uma queda expressiva de hormônios. A reposição da testosterona só é indicada quando os níveis caem muito e provocam claramente os sintomas apresentados no quadro acima.

 Nos casos em que é recomendada, a reposição hormonal entre os homens não é só uma questão de qualidade de vida. Há estudos que mostram que a reposição da testosterona reduz a mortalidade, exatamente pelas as funções que o hormônio tem no corpo como um todo. A obesidade pode ser um fator relacionado à queda nos níveis de testosterona. Estudos mostram que obesos produzem menor quantidade do hormônio, independentemente da idade. Isso forma um ciclo vicioso, porque, assim como a obesidade diminui a testosterona, a baixa taxa do hormônio também leva à obesidade. Tanto nos homens quanto nas mulheres, a reposição hormonal não é recomendada para quem tem doenças no fígado, altos níveis de gordura no sangue ou teve algum caso recente de trombose. O câncer de próstata, nos homens, e o de mama, nas mulheres, também são fatores de contraindicação.

 Tireoide
Nem só de tumores sexuais vive o corpo humano. Na região da garganta, existe uma glândula chamada tireóide, que regula o coração, o cérebro, o fígado e os rins. Nela são produzidos os hormônios T3 e T4, com funções essenciais para o equilíbrio do organismo. Quando a tireoide não funciona corretamente, pode liberar hormônios de menos – hipotireoidismo – ou demais – hipertiroidismo. No primeiro, o corpo passa a funcionar mais lentamente, e a pessoa se cansa com facilidade; no segundo, acontece o contrário. Esses problemas podem ocorrer em qualquer etapa da vida. Cerca de 10% dos adultos têm nódulos na tireoide, mas, desse número, cerca de 90% são benignos. No entanto, um nódulo benigno pode se tornar maligno. Após identificar o nódulo, o endocrinologista solicita uma série de exames para confirmar se existe ou não risco de câncer. O diagnóstico precoce aumenta as possibilidades de sucesso do tratamento.

Fonte: G1/Bem-estar

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