Observar as pintas no corpo pode ajudar a prevenir o câncer de pele

Prestar atenção no corpo é uma atitude simples, mas que pode causar grande diferença para a saúde. O Bem Estar desta sexta-feira (17) recebeu os dermatologistas Márcia Purceli e Marcus Maia, que explicaram como fazer o autoexame e observar os sinais de risco nas pintas para prevenir o câncer de pele. Esse tipo de câncer ocorre por causa da radiação ultravioleta e é totalmente evitável. Se identificado precocemente, tem 100% de chance de cura, por isso é importante ficar atento em qualquer mudança no corpo. Além disso, existem alguns fatores de risco como histórico familiar de câncer de pele, exposição exagerada no sol sem proteção (principalmente, pessoas com 70 anos ou mais que se expuseram desprotegidos durante toda a vida), muitas pintas pelo corpo e vermelhidão por causa da exposição ao sol. Quanto mais fatores de risco, maior a chance de desenvolver o câncer de pele. (clique aqui e veja se você está com o fator de risco baixo, moderado ou alto).

As pessoas que têm muitas pintas têm mais dificuldades para identificar problemas e precisam de acompanhamento de um dermatologista, que fará um mapeamento. Esse serviço é oferecido pelo Sistema Único de Saúde em alguns hospitais. Mas mesmo pessoas com poucas pintas devem procurar um especialista caso tiverem alguma dúvida em relação aos sinais de risco. É importante alertar que manchas brancas ou com a cor parecida com a do café com leite não costumam ser importantes, assim como as pintas em alto relevo. Feridas na pele que não cicatrizam também são sinais de alerta para o câncer.

 Os principais fatores a serem observados são:
Assimetria: quando uma metade não se parece com a outra.
Borda irregular: quando a borda é recortada ou com fraca definição.
Cor variada: quando a cor muda de uma área para outra ou sombras de marrom, preto e às vezes branco, vermelho ou azul.
Diâmetro: se a pinta é mais larga do que 0,6 cm (diâmetro do fundo de um lápis).
Evolução: quando a pinta está crescendo, coçando ou sangrando. Para identificá-los, os médicos recomendam fazer o autoexame a cada 3 meses. Quase 50% dos internautas que participaram de uma enquete no site do Bem Estar responderam que não observam as pintas. Apenas 31% disseram que vão ao médico quando percebem algo diferente. Veja o resultado no fim da página.

 O melanoma é um tipo de câncer de pele que tem origem nos melanócitos, células produtoras de melanina que determinam a cor da nossa pele. Apesar de representar a minoria dos cânceres de pele, é o tipo mais grave e o que mais mata por causa da possibilidade de metástase. Mas essa gravidade acontece principalmente por causa do diagnóstico tardio.
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    Veja mais notícias de dermatologia Predominante nos adultos brancos, o melanoma tem 100% de chance de cura no estágio inicial. Se atingir um nível mais profundo, há grande chance de desenvolver metástase. 70% dos casos aparecem já como melanoma por causa da exposição solar. Os homens costumam correr mais risco por não se preocuparem com protetor solar e por andarem mais sem camisa do que as mulheres. Nas mulheres, esse tipo de câncer aparece mais nas pernas porque é uma região menos protegida.

Os outros 30% aparecem oriundos de pintas que já existem e começam a crescer, também por causa da exposição solar. Neste caso, a incidência é igual para ambos os sexos. O câncer melanoma acontece normalmente entre os 50 e 60 anos de idade, enquanto os cânceres não melanoma costuma aparecer mais tarde, por volta dos 69 anos. Para se proteger do sol, a recomendação é utilizar sempre óculos escuros, camisa, boné ou chapéu, protetor solar e protetor labial.

Fonte: G1/Bem-estar – 17/08/12

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