Estrabismo não tratado pode causar perda irreversível da visão

Saber identificar os sinais anormais na visão pode ajudar a diagnosticar problemas como o estrabismo, o ceratocone e o astigmatismo.

É importante acompanhar a saúde dos olhos para evitar complicações mais graves, como a cegueira. No caso do estrabismo, por exemplo, se não for tratado, pode causar perda irreversível da visão no olho estrábico. Por isso, é importante diagnosticar e tratar o quanto antes. Para enxergar bem, os olhos devem estar orientados para o mesmo ponto de fixação. Dessa maneira, o cérebro junta essas imagens captadas pelos dois olhos e as interpretam como uma só. No caso do estrábico que enxerga com menor senso de profundidade, o cérebro só interpreta uma imagem porque “ignora” a imagem recebida pelo olho com problema. Por isso, é importante estimular esse olho usando o tampão no olho sem desvio.

 O estrabismo pode aparecer por herança genética já no nascimento ou nos primeiros anos de vida. Um dos sinais que pode ajudar a identificar o estrabismo é se a pessoa não conseguir assistir aos filmes em 3D, como mostrou a pediatra Ana Escobar. Os médicos indicam o uso do tampão no olho sadio durante a infância para estimular o olho estrábico. Mas existe um período de tempo para esse aprendizado funcionar, que vai dos primeiros meses de vida até os oito anos de idade. Após esse tempo, se o olho estrábico não tiver sido estimulado da maneira correta e recomendada pelo médico, a criança pode ficar cega de um dos olhos. O tratamento bem feito com o tampão pode não colocar o olho de volta ao lugar, mas desenvolve a visão. Nesse contexto, o paciente pode fazer a cirurgia, mas apenas por questões estéticas. Em alguns casos, o problema é corrigido com o uso dos óculos e o olho se esforça para desviar e corrigir o grau. Mas, quando a pessoa tira os óculos, volta a ficar estrábica.

 Astigmatismo e ceratocone
Astigmatismo é um erro de refração, assim como a miopia e hipermetropia, e tem origem genética. Quem tem esse problema, tem a córnea ou o cristalino em um formato irregular, que faz com que a luz se refrate por vários pontos da retina, causando perda de visão para longe e perto, além da fotofobia e ofuscamento. Há também o ceratocone, que deforma a córnea. Normalmente, pessoas com ceratocone tem grau elevado de astigmatismo. Para detectar essa doença, é feito no consultório médico o exame de topografia da visão. Geralmente, aparece na adolescência, entre os 13 e 18 anos de idade.

 Em 70% dos casos, o ceratocone não se desenvolve a ponto de precisar de intervenções que não sejam os óculos ou as lentes rígidas. Nos casos moderados, o uso dessa lente preenche melhor o olho e neutraliza a deformidade da córnea. Quem sofre desse problema deve evitar coçar os olhos porque isso pode deformar ainda mais a córnea.

Lentes de contato
O Bem Estar mostrou também como cuidar das lentes de contato. A primeira regra é importante e vale para muitas outras situações: lavar sempre as mãos quando for manusear as lentes. Para higienizá-las, os especialistas recomendam sempre usar líquidos especiais para isso porque o soro não tem conservantes e detergentes específicos para eliminar algumas bactérias.

 Na hora de limpar, é preciso esfregar a lente na palma da mão sempre que colocá-la ou retirá-la, especialmente as mulheres que usam maquiagem. Se sentir dificuldade para colocá-la, o olho doer ou ficar vermelho, não force e procure um oftalmologista. Ele vai verificar se a lente está com o grau correto e se está bem adaptada ao olho. É importante também respeitar o tempo máximo do uso diário da lente, de 10 a 12 horas, e nunca dormir com elas. Os médicos alertam que o uso inadequado das lentes de contato pode acarretar problemas graves como úlceras de córnea e até a cegueira.

Fonte:G1/Bem-estar

 

 

 

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