Educação alimentar traz resultados positivos a longo prazo

Comer de forma correta é fundamental para garantir uma boa saúde. Agora, pesquisa realizada na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP), da Universidade de São Paulo (USP), mostra que as melhoras mais significativas e efetivas de um programa de educação alimentar são percebidas a médio e longo prazos. A pesquisadora Vanilde de Castro analisou as mudanças de comportamentos em adultos com excesso de peso que participaram de um Programa de Educação Alimentar (PRAUSP) coordenado pela EERP, e os fatores que facilitaram a manutenção dos hábitos adquiridos após a participação. Foram analisados os hábitos de vida que os participantes seguiram depois da participação no programa, o que incluiu consumo de álcool, cigarro e prática de atividade física, a alimentação, além das alterações no peso e nas medidas da cintura e do quadril. Os participantes foram divididos em dois grupos: um formado por pessoas que terminaram o programa (Grupo Intervenção – GI) e outro por pessoas que não o concluíram (Grupo Abandono – GA). Os resultados mostraram que os participantes dos dois grupos aumentaram o consumo de verduras, legumes e frutas, além de terem reduzido o consumo de frituras e embutidos, e que conseguiram manter essas mudanças após o término ou abandono do programa. Os participantes do GI apresentaram, ainda, mudanças mais significativas, como o aumento da mastigação, fracionamento da alimentação, redução da compulsão alimentar, do Índice de Massa Corporal (IMC) e da circunferência da cintura, o que resulta, a longo prazo, em uma diminuição do risco de doenças cardiovasculares. Entretanto, constatou-se um aumento no consumo de álcool entre os participantes do GI, o que, segundo a pesquisadora, precisa ser melhor investigado para determinar se é uma forma encontrada pelos participantes para compensar os cortes na alimentação.

Fonte: Boa saúde, 10 de outubro de 2012

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