Pessoas que se sentem sozinhas têm o dobro de chances de ter Alzheimer

Pessoas solitárias têm duas vezes mais chances de desenvolver Alzheimer no fim da vida, dizem pesquisadores. Segundo o site do jornal Daily Mail, um estudo revelou um link entre o sentimento de solidão — mais importante neste caso do que não ter amigos — e o risco de ter a doença degenerativa. Estudos anteriores sugeriam que o isolamento social ou a falta de contato pessoal aumentava o risco de demências ou declínio mental. Mas ainda não havia estudos sobre o sentimento de solidão. Para a pesquisa, cientistas analisaram a saúde a longo prazo e o bem estar de mais de 2 mil pacientes sem sinais de demência. Dentre os que viviam sozinhos, um em dez desenvolveram a doença depois de três anos. Já dentre os que viviam com outras pessoas, um a cada 20 apresentaram quadro semelhante. Já no grupo daqueles que nunca haviam se casado, verificou-se uma proporção similar de idosos desenvolvendo a doença, possivelmente porque seu estilo de vida significa que não são do tipo que se sentem sozinhos. Quando se trata daqueles que se sentem sozinhos, verificou-se que mais do que o dobro havia desenvolvido a doença — 13,4% em comparação com 5,7%. O estudo, publicado online na Revista de Neurocirurgia, Neurologia e Psiquiatria, conclui que sentimento de solidão pode ser um sinal de declínio mental que, por sua vez, afeta habilidades sociais. Fonte: R7, 13 dezembro de 2012]]>

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