Leite ajuda a emagrecer, mas pode provocar enxaqueca, dizem especialistas

15_43_31_611_fileVilão ou mocinho? Especialistas afirmam que não é possível rotular o leite como algo bom ou ruim para o organismo. Tudo depende da quantidade que é consumido e da disposição genética da pessoa. Além de tradicionalmente ser fonte de cálcio, há estudos que afirmam que ele pode ajudar a emagrecer, mas também faz parte da lista dos alimentos que podem desencadear, por exemplo, uma enxaqueca. De acordo com a professora de Nutrição da Unicamp (Universidade de Campinas) e autora do livro Leite Para Adultos: Mitos e Fatos Frente à Ciência, Adriane Elisabete Costa Antunes, há pesquisas científicas que comprovam benefícios da ingestão deste alimento e de seus derivados, como também seus malefícios. No fim do mês passado, por exemplo, um estudo americano trouxe informações de que os aditivos existentes no leite poderiam provocar câncer de ovário e mama. — Um ponto relevante nessa queda de braço é que para algumas pessoas o leite é um alimento salutar e para outras o alimento é desaconselhado. Isso depende de diversos fatores, entre eles o genético. É importante dizer que o ser humano é extremamente adaptável e pode viver bem com ou sem leite em sua dieta, contudo que seja capaz de incluir em sua alimentação boas fontes de nutrientes dos quais o leite é rico. Um dos pontos positivos, segundo a pesquisadora, é que o alimento pode ajudar a emagrecer, claro que, desde que tomado na dose certa. Para quem não tem nenhuma restrição ao consumo, como alergia e intolerância à lactose (açúcar presente no leite), são recomendadas três doses por dia. — Há redução de peso e modulação na gordura corporal entre os consumidores regulares de leite. Esse efeito está relacionado com o cálcio em sinergia com outros componentes do alimento. O que indica que a suplementação isolada do cálcio não tem o mesmo efeito. Essa porção diária recomendada para à saúde pode ser também dividida entre o leite e seus derivados, como o iogurte e o queijo, conforme explica a professora da Unifesp e presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição, Olga Amâncio. De acordo com ela, independentemente da idade, a pessoa “não pode descuidar do consumo”. Porém, Olga afirma que é necessário avaliar a genética familiar antes de escolher o tipo de leite que vai tomar, se o desnatado ou integral. — As orientações para o consumo são individuais. Mas claro que, por exemplo, se é gordinho ou tem a família de mãe ou pai gordo é melhor tomar o tipo desnatado. Além disso, independentemente dos benefícios do alimento é necessário verificar também a alimentação que a pessoa tem no geral, além de ter que incluir a prática de exercícios físicos De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia, o leite e seus derivados são alimentos que desencadeiam a enxaqueca (dor latejante na cabeça). Porém, segundo o neurologista André Felício, membro da Academia Brasileira de Neurologia, nem todas as pessoas que sofrem deste mal precisam deixar de consumir o alimento. — Os alimentos de modo geral que desencadeiam crises em alguns pacientes, não desencadeiam em outros. A recomendação geral é para se evitar consumo do leite para quem tem a doença, mas nem sempre isso vale para todas as pessoas. Embora esta seja uma área bastante interesse, ainda é pouco explorada. Carece de várias informações. Para o médico, o ideal é que a pessoa que sofre de enxaqueca faça uma avaliação para saber o que pode ou não fazer para evitar que a dor apareça. Caso o leite ou seus derivados, como os queijos cheddar e outros amarelos sejam o problema, é ideal procurar um nutricionista. — Quem tem enxaqueca crônica tem que procurar um nutricionista ou nutrólogo para encontrar substitutos na dieta. Fonte: R7.com]]>

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