Como prevenir a contaminação da herpes

O estresse, baixa imunidade, relação sexual desprotegida, beijar na boca de várias pessoas, podem ser fatores de risco para uma doença viral crônica e recorrente, a herpes simples. É uma doença que afeta principalmente a boca ou a região genital, no entanto, o primeiro contato com o vírus geralmente ocorre na infância ou adolescência e são geralmente quadros assintomáticos ou sintomas inespecíficos confundidos com quadros gripais ou infecções bacterianas de boca e garganta.

A herpes é uma doença viral que circula na corrente sanguínea. Alguns estudos apontam que 90% da população tem esse vírus, porém não são em todos os casos que a herpes aflora. “Existem dois tipos de vírus, o primeiro é o que atinge as áreas dos lábios e o segundo ocorre na área genital. Ainda existe a herpes – zóster, considerada grave, pois é desenvolvida na área dos nervos”, explica o médico do Departamento de Laser e Dermatologia Daher, Dr. Cristiano Velasco.

Os sintomas da herpes facial são, inicialmente, bolhas vermelhas que dão a sensação de coceira, formigamento e ardor, estes podem sumir até sete dias. Já a herpes genital, pode cursar com febre, ardor ao urinar e infecção bacteriana secundaria. Por isso, logo que os sintomas surgirem deve-se procurar um especialista para tratar e prevenir a contaminação.

O tratamento ocorre com a ajuda de medicação oral ou tópica (aplicação restrita a área atingida). “A associação das medicações também evita a propagação da doença. Se estima que dois terços dos pacientes apresentam recidivas do quadro e um terço teriam três ou mais episódios por ano. Para pacientes que tem a incidência de muitos casos no decorrer do ano é orientado o uso de medicação antiviral em doses baixas ou aminoácidos por um tempo prolongado que aumentam a imunidade”, esclarece a dermatologista Cibele Caminha Tokarski, do Departamento de Laser e Dermatologia Daher.

Por ser um vírus que fica alojado no corpo e em muitos casos não se desenvolve, a herpes é uma doença que não tem cura. Porém adotar hábitos no dia a dia ajuda a prevenir, como manter relação sexual com preservativo, não beijar bocas com lesões e não utilizar objetos íntimos de outras pessoas. Procurar o médico imediatamente quando surgir os primeiros sintomas é fundamental para o diagnóstico e tratamento adequados.

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