Cirurgia bariátrica pode reduzir em mais de 50% risco de morte por doenças cardiovasculares

13_03_29_511_fileA cirurgia bariátrica pode ajudar a diminui o risco de doenças cardiovasculares por um período de, pelo menos, dez anos. Os dados foram apresentados nesta sexta-feira (20), durante o 1º Simpósio Internacional de Videocirurgia, promovido pela SBCBM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica). Realizada na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, a pesquisa foi feita com cerca de 800 pacientes sete anos após a realização do procedimento. De acordo com o chefe de cirurgia da universidade, John Morton, a operação pode reduzir em até 56% a mortalidade por doenças do coração. Entre os resultados, destaca-se a redução de triglicérides (20%), glicemia de jejum (80%) e o aumento do índice de colesterol bom (10%). Segundo o presidente da SBCBM, Almino Ramos, o levantamento confirma o aumento da utilização da cirurgia em tratamentos de doenças relacionadas à obesidade, independentemente dos critérios atuais determinados pelo IMC (Índice de Massa Corporal). — Além de diabetes, apneia do sono e hipertensão, é muito significativa a evidência de que o tratamento cirúrgico tem um impacto direto na redução do risco cardiovascular. A mesma análise foi feita em um grupo de jovens na faixa dos 16 anos que também se submeteram a cirurgia. Para Morton, a operação prolonga o controle de risco cardíaco. O médico ainda ressalta que a participação dos pacientes diminuiu com o passar do tempo. No primeiro ano, o estudo monitorou 71% dos pacientes; no segundo ano, foram 34,6% e, a partir do terceiro, essa porcentagem caiu para 29%. Doenças cardiovasculares As doenças cardiovasculares são responsáveis por mais de 300 mil mortes por ano nos Estados Unidos, o que leva a cirurgia bariátrica a ocupar a primeira colocação no ranking mundial de volume de procedimentos bariátricos. As principais causas que desenvolvem problemas no coração são a obesidade e o tabagismo. Além dessas, diabetes tipo 2, hipertensão e apneia do sono também contribuem para o surgimento deste quadro. Mais de 80 milhões de adultos e 12 milhões de crianças norte-americanas são classificadas como obesas. Já no Brasil, 50% da população possuem sobrepeso e 21% é considerada obesa.]]>

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