Estudo mostra que a melatonina pode frear o crescimento de tumores na mama

20140629221111651515eA melatonina, conhecida por regular o ciclo do sono e vigília, pode ser, em alguns anos, um novo aliado ao tratamento do câncer de mama. A descoberta faz parte de uma pesquisa desenvolvida por cientistas da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), em colaboração com colegas do Hospital Henry Ford de Detroit, em Michigan, nos Estados Unidos. O hormônio produzido naturalmente pela glândula pineal, em resposta à escuridão, tempo potencial de retardar o crescimento dos tumores do câncer de mama. O estudo esclarece que essa capacidade se deve ao papel que a substância pode desempenhar no controle da formação de novos vasos sanguíneos a partir da vasculatura já existente do tumor, denominada angiogênese. O estudo foi publicado recentemente na revista científica PLoS One. A pesquisa foi desenvolvida durante três anos, no âmbito do projeto Avaliação da angiogênese em resposta ao tratamento com melatonina no câncer de mama: estudo in vitro e in vivo, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Experimentos foram feitos em linhagens de células tumorais e em camundongos no Laboratório de Investigação Molecular do Câncer (LIMC) e no Henry Ford Hospital pela aluna Bruna Jardim-Perassi, com a coordenação da professora e pesquisadora Debora Aparecida de Campos Zuccari. No Brasil, apesar de o uso da melatonina não ser proibido, ela não é vendida, mas nos Estados Unidos já é comercializada para controle do sono e também como suplemento alimentar. Zuccari afirma que o objetivo do estudo foi ver o impacto da melatonina sobre a viabilidade celular, a multiplicação das células em cultura e o crescimento do tumor e angiogênese in vivo, uma vez que já se sabia que o hormônio, quando administrado em doses terapêuticas (acima dos níveis encontrados no organismo), apresenta propriedades antioxidantes. “É possível que ele possa suprimir o crescimento de alguns tipos de células cancerosas, principalmente quando combinado com certas drogas já usadas no tratamento do câncer”, afirma. Fonte: Correio Braziliense]]>

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