Especialista fala sobre sintomas da malária

Malária é transmitida através da picada do mosquito Anopheles. Sintomas da malária podem ser confundidos com os de outras doenças.

A doença é causada por protozoários que se valem de um hospedeiro, principalmente fêmeas de mosquitos do tipo “Anopheles”. Os insetos costumam infectar as pessoas no momento da picada. Entre os sintomas mais comuns estão a febre alta, ondas de calor e suor abundante, calafrios intensos, falta de apetite, além de dores de cabeça e no corpo. O especialista respondeu a dúvidas dos telespectadores durante entrevista realizada pela apresentadora Layse Santos. Veja, abaixo, as respostas do infectologista para o restante das perguntas enviadas pela população, e que não puderam ser respondidas durante o telejornal: Tosse, febre e dor de cabeça são sintomas de malária? Sim, podem ser. Mas só existe uma maneira de saber, fazendo os exames.

Existe vacina contra a malária?

Não. Mesmo após vários testes e vacinas testadas, nenhuma se mostrou eficiente em prevenir a doença. Um telespectador pergunta qual o risco que a malária traz a pessoas portadoras de diabetes e pressão alta. Todas as pessoas que possuem doenças consideradas crônicas, como no caso de diabetes e pressão alta, o quadro pode ser pior, mais grave, no caso de contrair a malária.

Uma moradora de Icoaraci diz que seu filho está com febre e dor nos olhos. Quantos dias dura a febre e a dor? Se não tratar a doença, não passa. A malária precisa de tratamento imediato e específico. Os sintomas só serão aliviados com o tratamento específico. Um morador de um condomínio fechado na rua Yamada disse que há muitos terrenos alagados e muito mato nos lotes. Quais riscos que os moradores correm e que medidas se pode tomar para evitar a malária?

O risco existe, principalmente se há alguém com malária nas proximidades do local. As medidas protetivas que podem ser tomadas individualmente são utilizar mosquiteiro, repelente, telas nas casas e estar protegido, seja com roupas ou o próprio repelente nas áreas mais diversas do corpo, nos horários considerados de mais atividades dos insetos, que são no início da manhã e no final da tarde. Um telespectador do Marajó, de Anajás, chamou a atenção para os altos índices da doença no município e ainda denunciou que as pessoas pegam malária e não tem remédio no posto de saúde. A sugestão é que o telespectador procure a vigilância sanitária do município para saber porque não há remédios no posto de saúde, porque os remédios para tratar a doença são disponibilizados em todo o Brasil.

Serviço: A orientação dada pelo infectologista aos profissionais de saúde é que qualquer quadro de febre aguda de paciente na região amazônica deve ser investigado. O exame, conhecido como “gota expessa”, é muito simples de fazer, basta apenas uma gota de sangue colhida pelo agente de saúde, e o resultado fica pronto em 15 minutos. Após a constatação da doença, o paciente deve sair do posto logo com a primeira dose de medicação contra a malária.

Fonte: www.g1.bemestar.com.br

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