Fitoquímicos evitam acúmulo de gordura no fígado

Mulheres na menopausa muitas vezes lutam contra o ganho de peso gerado quando os seus níveis de estrogênio caem, e muitas recorrem aos suplementos de perda de peso para ajudá-las a perder os quilos extras.

Mas esses suplementos podem causar um acúmulo de gordura no fígado e uma condição potencialmente fatal chamada doença hepática gordurosa não-alcoólica.

Os suplementos de emagrecimento fazem com que a gordura se mobilize no corpo, aumentando o acúmulo de gordura no fígado. Ao longo do tempo, o excesso de gordura pode levar à inflamação e formação de cicatrizes, explica a Dra. Colette Miller, da Universidade da Geórgia (EUA).

Agora, Miller e sua equipe demonstraram que uma mistura de fitoquímicos e da vitamina D pode ajudar a proteger o fígado contra essa inflamação causada pelo acúmulo de gordura.

Fitoquímicos

Fitoquímicos são compostos ou nutrientes produzidos pelas plantas e que apresentam efeitos benéficos à saúde.

Os compostos derivados de plantas utilizados pela equipe para tentar combater o acúmulo de gordura no fígado incluem o resveratrol, retirado de uvas; genisteína, encontrada na soja; e quercetina, encontrada em cascas de maçã e cebola.

Estudos anteriores já demonstraram que esses compostos ajudam a queimar gordura, fazendo com que as células de gordura “estourem” e liberem seu conteúdo.

Efeito sinérgico

Miller afirma que é quase impossível obter a quantidade suficiente de qualquer um destes compostos, para obter os benefícios observados nos animais usados no experimento, através da ingestão dos alimentos que os produzem, ou mesmo por meio de suplementos.

No entanto, afirma ela, juntos eles têm um efeito sinérgico que “reduz as doses de que você precisa.”

Embora o tratamento não tenha feito com que os animais que ingeriram os compostos perdessem peso global, os pesquisadores observam que as camadas de gordura visceral diminuíram, reduzindo os riscos mais severos associados com o acúmulo de gordura.

O próximo passo será repetir os experimentos em humanos, sobretudo para verificar as doses necessárias para evitar o “fígado gorduroso”.

Fonte: www.diariodasaude.com.br

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