Vacina contra Alzheimer começa a ser testada em humanos

Principal projeto desta companhia é “acabar com o Alzheimer”, afirma cientista

A vacina contra o Alzheimer, desenvolvida pela empresa Araclon Biotech, entrou na fase clínica de teste em humanos na Espanha, com 24 pessoas, para avaliar sua tolerância e segurança. A notícia foi anunciada durante a inauguração da nova sede da empresa em Zaragoza. Na primeira fase, prevista para ser concluída em 2015, será analisada a tolerância do medicamento, ou seja, sua toxicidade e não tanto sua efetividade, afirmou o diretor cientista, Manuel Sarasa. Na fase seguinte, serão testadas doses diferentes, verificando se estimulam ou não o sistema imunitário dos voluntários com a droga. A partir daí, vários protocolos serão elaborados. Esta fase, que normalmente dura dois anos, será seguida de outra, com cerca de três anos. Sarasa destacou que o principal projeto desta companhia é “acabar com o Alzheimer”, o que requerer a contribuição de cientistas, médicos, empresas farmacêuticas, associações e políticos. Derivado do DDT apareceu em concentrações quatro vezes maiores em pacientes com a doença As pessoas que sofrem de mal de Alzheimer podem ter níveis mais elevados de um produto químico, subproduto do pesticida DDT, do que idosos saudáveis, sugere um estudo publicado nesta segunda-feira (27). O pesticida DDT foi banido nos Estados Unidos em 1972, mas ainda é usado em outros países do mundo e autoridades sanitárias o consideram uma importante ferramenta no combate à malária. Os cientistas descobriram que o DDE, derivado persistente do DDT, apareceu em concentrações quatro vezes maiores em pacientes com Alzheimer do que em seus pares saudáveis. Ter níveis altos de DDE também aumenta em quatro vezes o risco de desenvolver Alzheimer, segundo o estudo que comparou 86 pacientes com Alzheimer a 79 pessoas em idade avançada. David Coggon, professor de medicina ocupacional e ambiental da Universidade de Southampton, disse que as descobertas devem ser um estímulo para futuras pesquisas usando métodos epidemiológicos mais rigorosos, mas por si só, não dão uma evidência forte de risco. Fonte: www.r7.com]]>

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