Depressão aumenta risco em doentes cardíacos

Um estudo apresentado na “Heart Failure 2015” revela que a depressão – moderada a grave – está associada a um risco até cinco vezes superior de morte em doentes cardíacos.

A investigação, denominada OPERA-HF, é um estudo observacional contínuo que conta com a participação de pacientes hospitalizados por insuficiência cardíaca, sendo que foi avaliada a presença de depressão nestes doentes através da Escala de Depressão e Ansiedade Hospitalar (HADS-D, sigla inglesa).

Os resultados revelaram que 103 pacientes não se encontravam deprimidos, 27 apresentavam sinais de depressão ligeira e 24 apresentavam sintomas de depressão moderada a grave. Durante um período de acompanhamento de 302 dias, em média, 27 pacientes morreram.

O estudo concluiu assim que pacientes com depressão moderada a grave apresentavam um risco de morte cinco vezes superior em relação àqueles que sofriam de depressão ligeira ou que não tinham depressão.

A relação entre a depressão e a mortalidade poderá dever-se ao facto de a depressão estar frequentemente associada a falta de motivação, falta de interesse em atividades do dia-a-dia, falta de confiança, alterações do sono e do peso.

Fonte: ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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