Hospital Daher promove o dia da agulha

Evento foi realizado no dia 18 de julho

Dores na coluna ou em outras articulações do corpo requerem, em 95% dos casos, um tratamento inicial mais conservador, por meio de medicação e fisioterapia. Mas, às vezes, mesmo depois da conclusão do procedimento, alguns pacientes continuam sentindo dor de forma persistente e incapacitante. Para esses casos foi criado o The Needle Day, ou Dia da Agulha, em português, data que tem como objetivo de utilizar infiltrações para aliviar o desconforto dos pacientes.

Durante o procedimento é utilizada uma injeção de anestésico que permite ao médico bloquear a dor e identificar a estrutura que está danificada. A aplicação também é um método objetivo e direto de dar ao tecido inflamado uma pequena dose de medicamento, que resultará na sua recuperação, sem intoxicar ou causar efeitos colaterais em outros órgãos.

Foi o que aconteceu no último dia 18 de julho no Hospital Daher Lago Sul, onde pacientes diagnosticados com dor incapacitante persistente foram selecionados para receber infiltrações em uma sala especial do ambulatório e da radiologia do hospital. Nos casos mais complexos, eles foram submetidos a procedimentos minimamente invasivos no centro cirúrgico.

O neurocirurgião do Hospital DAHER, Marcos Masini, afirma que, no caso de falha do tratamento medicamentoso e fisioterápico, é normal que o paciente pense que o próximo passo será a mesa de cirurgia, o que nem sempre é verdade. Ele também explica que existem outros grupos de pessoas que podem se beneficiar com o Dia da Agulha. “É o caso de quem tem problemas associados a outros órgãos e não pode operar. Há também os que pedem um “pit stop” antes de um grande procedimento cirúrgico, que muitas vezes é irreversível. Existem ainda grupos que apresentam tantas alterações ao longo da coluna que não se pode ter certeza imediata do que realmente lhes causa o problema, e grupos de pacientes jovens que, apesar dos graves sintomas, não conseguem receber o diagnóstico da causa”, explica.

Para o doutor Masini, o Dia da Agulha ajuda a esclarecer muitos diagnósticos duvidosos e até evitar que pacientes com quadros sistêmicos graves se sujeitem aos riscos de um grande procedimento cirúrgico adicional, ainda que mesmo uma simples injeção possa trazer risco. “Por esses motivos nos cercamos dos cuidados necessários e das facilidades disponíveis em um ambiente hospitalar estruturado. Para aqueles que, ainda assim, são refratários com relação ao uso de agulha, são disponibilizados anestésicos locais e/ou leve sedação, para que fiquem mais tranquilos durante o tratamento”, explica o médico.

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