Pesquisa aponta que 51% dos homens nunca foram ao urologista

Segundo o levantamento, 62% dos entrevistados usaram estimulantes para a disfunção erétil sem indicação médica. No total, foram ouvidos 3 200 homens com mais de 35 anos

Falta de tempo e medo foram motivos apresentados por homens que não vão ao urologista em uma pesquisa apresentada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) nesta terça-feira, 14. Segundo o levantamento, realizado em parceria com o laboratório Bayer, 51% dos 3 200 homens entrevistados nunca foram ao urologista.

A pesquisa foi feita no dia 24 de junho em oito capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Curitiba,Salvador e Recife – foram ouvidos 400 homens de cada cidade. Os dados foram apresentados como parte das ações da entidade para o Dia do Homem, que será comemorado na quarta-feira, 15.

Um dado que surpreendeu foi o alto índice de automedicação em casos de disfunção erétil.”A pesquisa mostrou que 62% dos homens usaram estimulantes sem indicação médica, dos quais 41% por recomendação de amigos e 47% com o objetivo de aumentar o apetite sexual”, informou Carlos Sacomani, diretor de comunicação da SBU, que apresentou os dados.

Embora tenham esse hábito, 71% dos homens – ou 2.272 entrevistados – não sabem quais são os sintomas da andropausa, denominação popular para o distúrbio androgênico do envelhecimento masculino, que é uma das causas da disfunção erétil.

“Entre os sintomas, estão a diminuição da libido, depressão, distúrbios do sono, redução da força e da massa muscular”, explicou Sacomani.

Foram ouvidos homens com mais de 35 anos e cerca de 2.130 entrevistados estão com mais de 45 anos, idade que os pacientes começam a procurar especialistas em saúde masculina.

Ansiedade

De acordo com Maria Luiza Crunivel, sexóloga e terapeuta de casal, a ansiedade pode causar comportamentos compulsivos, como a má alimentação, o tabagismo e o consumo exagerado de álcool –motivos que atrapalham a vida sexual. A ansiedade pode causar distúrbios, como disfunção erétil, ejaculação precoce e falta de lubrificação.

A ansiedade (e os problemas associados a ela) tem origem sobretudo na preocupação com o desempenho sexual. A atenção exagerada com a ereção, com o prazer, com a possibilidade de sentir dor ou com a ejaculação são fatores que atrapalham o bom desempenho sexual, tornando o sexo desagradável e até mesmo impossível.

A ansiedade em relação ao desempenho sexual é mais comum em homens e mulheres na faixa dos 50 anos.

Stress

O stress estimula a produção do cortisol e da adrenalina no organismo, dois hormônios que, em grandes quantidades, atrapalham a circulação sanguínea dos genitais e, consequentemente, prejudicam a vida sexual.

De acordo com a Clínica Mayo, nos Estados Unidos, o stress causado por fatores psicológicos diminui o desejo sexual, principalmente nas mulheres.

Fonte: VEJA

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