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Hospital Daher é destaque em Congresso Internacional sobre Rejuvenescimento Facial

Cerca de 800 cirurgiões plásticos e médicos de Medicina Estética de várias partes do mundo se reuniram, durante uma semana em setembro, na cidade de Cannes, no sul da França, com o importante objetivo de participar do Congresso Internacional Face 2 Face. Nomes renomados e em constante busca de conhecimentos tiveram a oportunidade de trocar experiências de sucesso e debater sobre passado, presente e futuro das técnicas e equipamentos destinados ao rejuvenescimento da face.

A presença do Hospital Daher Lago Sul foi marcante no evento por ter feito a principal apresentação sobre as cirurgias do rejuvenescimento facial, na qual o Dr. José Carlos Daher mostrou toda a evolução técnica deste procedimento em sua experiência profissional, conceituando o Estado da Arte atual neste tema.

O Dr. José Carlos Daher ressaltou a evolução da cirurgia plástica estética nos últimos 40 anos. “Nos anos 70, quando eu comecei ao lado do Dr. Ivo Pitanguy, era uma época em que ninguém aceitava chegar aos 40 anos sem uma cirurgia plástica. Mas os tempos evoluíram e as formas de procedimentos complementares para melhorar a qualidade da pele têm hoje um papel preponderante que consegue manter o aspecto de juventude por mais tempo que antes, protelando as cirurgias de rejuvenescimento facial dos 38/40 anos, para os 48/55 anos.

“Existe uma tendência mundial pelos processos menos invasivos, que hoje são reconhecidos por todos os cirurgiões plásticos. Ainda que o Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital Daher opte por técnicas menos invasivas, como a platismotomia fechada (tratamento do pescoço sem descolamentos da área), adotamos também os procedimentos complementares modernos, como o Laser Spectra. Estes raios têm a propriedade do rejuvenescimento por tratamento não cirúrgico, retiram e clareiam manchas e retiram tatuagens, um dos maiores problemas enfrentados pela cirurgia plástica.

“Dentre os procedimentos menos invasivos estão os preenchedores provisórios (absorvíveis) e permanentes, que permitem acabar com todas as depressões e aumentar os volumes da face. Por exemplo, melhorar os sulcos em volta da boca, o popularmente chamado bigode chinês, aquelas linhas de expressão verticais nas laterais, que vão do nariz até a boca. Além disto, a recuperação dos volumes das maçãs do rosto ou outras áreas da face é feita em consultório, traz resultados praticamente instantâneos e não exige o pós-operatório.

“O Congresso foi muito interessante ao integrar palestrantes com diversas tendências, reunindo informações sobre o que podemos oferecer de mais seguro e eficaz aos nossos pacientes”, conclui o Dr. Daher.

Saiba mais sobre o Dr. José Carlos Daher

O início da carreira foi na década de 70, quando se formou pela então Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em seguida, especializou-se em Cirurgia Plástica com o professor Dr. Ivo Pitanguy.

Tornou-se uma das referências da Cirurgia Plástica e é considerado pioneiro, nesta área, em Brasília. É autor de várias técnicas originais publicadas no país e no exterior. É membro de diversas sociedades nacionais e internacionais de Cirurgia Plástica e Mastologia, tendo sido um dos pioneiros mundiais nas técnicas modernas de reconstruções mamárias, pós-tratamento de câncer de mama.

Saiba mais sobre o Hospital Daher

O Hospital Daher Lago Sul é referência no Distrito Federal. A unidade funciona há mais de 20 anos em área nobre do DF, onde o paciente encontra toda a comodidade de que precisa. Em um mesmo lugar, centraliza atendimentos em diversas especialidades, pronto-socorro, unidade de terapia intensiva, centro cirúrgico, laboratórios, bem como procedimentos modernos e eficazes voltados para o diagnóstico, acompanhamento e tratamento das doenças. Por promover um serviço humanizado, acolhedor e seguro e, consequentemente, a saúde e o bem-estar das pessoas, o Hospital Daher agora é visto como um Centro de Hospitalidade.

HOSPITAL DAHER realiza simpósio sobre cirurgias pós-bariátrica

A cirurgia bariátrica, popularmente chamada de redução do estômago, veio como uma alternativa para quem não consegue emagrecer por meio de dietas, atividades físicas e medicações indicadas pelos especialistas. A cirurgia provoca uma total mudança no estilo de vida, e as pessoas não podem deixar de saber que, após a cirurgia, por conta da grande redução de massa corporal, a pele perde elasticidade e sobra uma grande quantidade de pele flácida. Para discutir o assunto das cirurgias pós-bariátricas, o HOSPITAL DAHER recebeu, nos dias 11 e 12 de março, o Workshop de cirurgia pós-bariátrica, organizado pelo Centro de Estudos e com a presença de cirurgiões e anestesistas especialistas na área e a equipe do hospital.

De acordo com a Dra. Marcela Cammarota, responsável pelo evento, o objetivo foi discutir os procedimentos pós-cirurgia bariátrica, levantando o que existe de mais moderno nas técnicas cirúrgicas aplicadas para esse tratamento, com cirurgiões convidados de todo o país. “As palestras foram focadas em temas sobre técnicas cirúrgicas de cada uma das regiões do corpo que tratamos: abdômen, mamas, braços, tórax e pernas”, completou a cirurgiã.

Para o Dr. José Carlos Daher, chefe da Cirurgia Plástica, a cirurgia da obesidade força o emagrecimento dos pacientes, devolvendo-lhes uma saúde que estava perdida e normalizando índices sanguíneos, causadores de doenças, como o diabetes, por exemplo. “O pós- emagrecimento leva a uma dismorfia corporal importante, pois sobram grandes “aventais” de tecido e pele magra, tanto no abdômen, quanto no torso, braços, mamas e coxas, e a cirurgia plástica se desenvolveu no sentido da cirurgia pós-bariátrica, resgatando as formas corporais normais de um paciente, agora, mais magro”, explica o cirurgião. Ele ainda conta que, para isso, a cirurgia precisou se despir do preconceito contra as incisões longas e extensas, necessárias nesses casos, e criaram técnicas para diminuir o número de atos operatórios para obter os resultados finais desejáveis.

Um dos cirurgiões plásticos que participou do evento discutindo a cirurgia de mama pós-bariátrica foi o Dr. Ricardo Baroudi, de São Paulo. A palestra dele sobre Cirurgia Plástica Estética das Mamas foi recebida com atenção pelos participantes. “Informamos de maneira bastante objetiva os conceitos e cuidados referentes ao procedimento, considerado por mim bastante difícil e laborioso na sua execução, não só pela variedade estrutural das mamas, mas pela grande quantidade de fatores que interferem na qualidade dos resultados a curto, médio e longo prazo”, conta o médico. Para ele, eventos científicos fazem parte do ensino da especialidade para trocas importantes de informações que tragam subsídios para a formação de novas gerações de cirurgiões plásticos.

O Dr. Baroudi lembra ainda que o HOSPITAL DAHER, por meio do Centro de Estudos, se volta objetivamente para o ensino da cirurgia plástica dentro dos moldes inseridos nas regulamentações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e vem promovendo, periodicamente, eventos cada vez mais amplos e importantes com essa finalidade. “Participar como palestrante num evento desse porte não e só uma prestigiosa honra, como também uma certeza de termos nossa pequena e humilde contribuição reconhecida”, completa o cirurgião plástico.

Próteses realistas substituem orelhas deformadas

Técnica tem sido aplicada com sucesso em pacientes com microtia

Um em cada seis mil bebês que nascem no mundo têm microtia, uma anomalia congênita que faz com que uma ou duas orelhas sejam subdesenvolvidas.

Essas anomalias não têm causas conhecidas, mas são associadas a alterações genéticas, sendo que, em 90% dos casos, vêm acompanhadas de síndromes que causam deformidades em outras partes do corpo, como  face, coração, tórax, membros superiores e inferiores.

A doença é classificada em 4 graus de gravidade:

 – Grau I: existe o desenvolvimento normal do canal auditivo, mas  o pavilhão auricular é incompleto;

– Grau II: a orelha é parcialmente desenvolvida, mas com canal auditivo estreitado, resultando em considerável perda auditiva;

– Grau III: esta é a forma mais comum de microtia. Nela, o pavilhão auricular é ausente, apresentando somente uma pequena estrutura. O canal auditivo, bem como o tímpano, também não estão presentes;

– Grau IV: neste caso, não existe orelha nem canal auditivo.

O tratamento da microtia pode ser realizado de três formas: com a reconstrução com molde cartilaginoso, onde cartilagens e ossos do próprio corpo são utilizados, órtese, que é a inserção de uma prótese externa e a reconstrução de toda a orelha com um molde protético, que garante um nível de perfeição bem realista.

Segundo o cirurgião plástico e fundador do Hospital Daher, José Carlos Daher, a cirurgia tradicional, utilizando materiais corpóreos, é extremamente complexa, apresentando resultados discretos. “Dificilmente o profissional vai conseguir restabelecer o aparelho auditivo de forma perfeita. Mesmo assim é importante que a criança faça a cirurgia, já que qualquer melhoria vai impactar na autoestima”, aconselha. O médico também explica que essa cirurgia pode começar a ser feita a partir dos quatro anos de idade, quando a cartilagem da orelha já é estável o suficiente para a correção, mas, posteriormente, outras intervenções serão necessárias. “É importante fazer a cirurgia em três ou quatro tempos, para que o resultado fique mais próximo ao esperado”, explica.

Entretanto a substituição do processo cirúrgico por uma reposição total por meio de próteses ou órteses é a mais indicada pelo especialista. “É fundamental hoje em dia, como substituição, ao invés de cirurgia,  fazer a reposição total por prótese ou órtese. É possível desenvolver uma arte, já que os materiais plásticos são uma perfeição”, explica Daher.

Entre as vantagens indiscutíveis das próteses estão a rapidez, segurança e integração do molde ao canal auditivo, não representando nenhum desafio cirúrgico.

Entre as desvantagens estão a possibilidade da perda, que é mínima, e o fato de não mudar de cor com a variação das estações.

Cirurgias plásticas combinadas resolvem vários problemas estéticos de uma só vez

Para as pessoas que estão insatisfeitas com o próprio corpo e têm vontade de corrigir várias imperfeições estéticas ao mesmo tempo, aproveitando uma única internação, uma boa notícia: é possível fazer combinações de uma só vez, sem aumentar o risco cirúrgico. Para isso, o paciente deverá estar saudável e conversar com o cirurgião plástico para saber quais são os tipos de cirurgias que podem ser combinadas.

As associações mais comuns hoje em dia são a lipoaspiração com a abdominoplastia e mamoplastia e também a ritidoplastia, conhecida como lifting facial, junto à blefaroplastia, utilizada para a correção das pálpebras.

Entre as vantagens de combiná-las estão o período único de recuperação, custos reduzidos e a rápida satisfação do paciente.

Para o cirurgião plástico e fundador do Hospital Daher, José Carlos Daher, sempre que for possível, a cirurgia plástica combinada deve ser feita, já que ela tem um custo menor e garante uma única recuperação, desde que não sejam necessárias novas intervenções. Segundo o especialista, um exemplo clássico da utilização do procedimento é a cirurgia plástica pós-bariátrica, onde os pacientes, principalmente as mulheres, que perdem medidas e contorno com as mudanças causadas pela rápida perda de peso e excesso de pele, precisam remodelar abdômen, costas, nádegas e coxas.“Os resultados são lindos. O tempo do processo cirúrgico aumenta muito pouco e conseguimos fazer quatro procedimentos em um. É muito mais barato”, aconselha.

O grande bônus das cirurgias simultâneas é o conjunto estético obtido de uma só vez, já que normalmente o paciente pensa no resultado ao procurar a ajuda de um cirurgião plástico, ignorando o processo cirúrgico que deverá ser realizado para que ele seja concretizado.

Alerta: procedimentos de preenchimento estético devem ser realizados apenas por médicos

Depois da morte de uma mulher em Goiânia, após ter se submetido à aplicação de hidrogel nas nádegas, levantou-se, na imprensa e na comunidade médica, uma discussão sobre os procedimentos invasivos feitos por profissionais que não são médicos, já que há a suspeita de que a morte possa ter ocorrido por conta do procedimento.

O hidrogel tem sido usado em preenchimentos da face e também de outras partes do corpo, como nádegas e pernas. Por não necessitar de cortes e também ser um método de preenchimento absorvível, acaba tendo um resultado, na maioria das vezes, satisfatório, desde que seja tecnicamente correta a aplicação, e nunca em grandes quantidades.

A auxiliar de leilão que morreu em Goiânia teria passado mal após ter se submetido ao procedimento e entrou em contato com a suposta biomédica que realizou a aplicação, por telefone e via redes sociais, mas não teve a atenção necessária para os sintomas que descreveu, como falta de ar e tontura. Ela acabou sendo internada e morrendo por conta de uma embolia pulmonar. Depois do trágico fato, descobriu-se que a pessoa que teria aplicado o hidrogel não era biomédica
​ou ​médica​ e tinha feito apenas um curso de 15 dias para se “habilitar” à realização do procedimento.

Para o Dr. José Carlos Daher, chefe da Cirurgia Plástica do HOSPITAL DAHER, qualquer procedimento de preenchimento, como no caso do hidrogel, só deve ser feito por médicos especialistas. Qualquer pessoa não médica e mesmo médicos sem a devida especialização não devem realizar o procedimento e podem ser acusados de prática ilegal da medicina. “Os preenchimentos podem parecer algo simples, mas não são”, alerta o Dr. Daher.
​”​ Há que se ter um conhecimento amplo da questão e um exato conhecimento da anatomia. A suposição de que se trata de uma simples ‘’injeção’’ pode ser extremamente danosa ao paciente”, complementa.​

Ele ainda chama a atenção para as especificidades dos produtos aplicados, já que cada um responde a um conjunto de regras. “Cada produto tem uma finalidade específica. Há que se ter um conhecimento especializado como médico e como especialista”, ressalta o cirurgião plástico. Ele ainda completa que, se os produtos entram na corrente sanguínea, podem levar à embolia, cegueira e até à morte.

O Dr. Daher dá dicas aos pacientes que pretendem se submeter a procedimentos como este, de preenchimento com hidrogel. “Eles devem ficar extremamente atentos, só uma consulta médica com especialista devidamente identificado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é capaz de dar a dimensão exata do que é o procedimento e também dos cuidados que devem ser tomados antes e após a aplicação”, finaliza o cirurgião.

Medição de volumes em cirurgia plástica estética foi apresentada em Congresso Internacional pelo Hospital Daher

Aconteceu no Rio de Janeiro, de 19 a 22 de setembro, o 22º Congresso Internacional de Cirurgia Plástica Estética, ISAPS 2014. O Hospital Daher foi representado pelo chefe da Cirurgia Plástica, Dr. José Carlos Daher.

Ele apresentou uma pesquisa desenvolvida pelo hospital, já divulgada em outros congressos fora do Brasil, mas, pela primeira vez, em um internacional. A instituição tem desenvolvido um trabalho sobre a medição de volumes a serem injetados em cirurgias plásticas estéticas, a princípio, em procedimentos faciais.

O Dr. Daher conta que já está provado que não se recupera a jovialidade da face apenas esticando a pele, é preciso fazer o reposição volumétrica das estruturas faciais e uma das maiores dificuldades é mensurar as quantidades ideais a serem injetadas. “Desenvolvemos em parceria com o serviço de tomografia do hospital, a tomografia computadorizada, um protocolo para essa medição”, completa o Dr. Daher. Ele explica que ainda não há nada publicado neste sentido, que é mesmo uma novidade e que tem sido recebida com grande entusiasmo pelos colegas. “Nós estamos fazendo, especificamente, na face, mas pode depois ser estendido a outros membros para preencher vazios no corpo, em pessoas que sofreram acidentes, por exemplo”, completa o cirurgião.

O Congresso reuniu especialistas do mundo inteiro, mais de 40 países foram representados. Para Dr. José Carlos Daher, essa reunião de profissionais gera entusiasmo. “Todo congresso tem sempre uma pequena novidade que você vai apreender. A diversidade do pensamento é o que permite que se chegue a ideias novas, e cada um em seu canto. E um congresso internacional é o local ideal para isso”, finaliza.

Saiba como foi o Congresso ISAPS 2014 em http://www.isapscongress.org/pt-br/

Centro de Estudos do Hospital Daher: há 24 anos formando cirurgiões plásticos no DF

A especialidade da cirurgia plástica tem se mostrado como uma das mais importantes da medicina brasileira. A demanda crescente por procedimentos é uma das justificativas para isso, mas a qualidade dos cirurgiões brasileiros coloca o país na frente. Os estudos e o desenvolvimento de técnicas fazem com que o Brasil esteja na vanguarda da cirurgia plástica.

Com isso, uma das preocupações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) é a formação de profissionais capacitados para o exercício da profissão. Alinhado com essa filosofia, o Centro de Estudos do Hospital Daher, em Brasília, oferece especialização em cirurgia plástica. O curso é reconhecido pela SBCP e dura três anos.

No Brasil, as especializações são oferecidas em hospitais públicos, entidades filantrópicas e, em menor intensidade, em serviços privados. Em Brasília, o Hospital Daher é o único da iniciativa privada que oferece a especialização em cirurgia plástica através de um núcleo voltado apenas para a formação de profissionais.

No Centro de Estudos Daher, as aulas englobam todas as áreas da especialização, incluindo procedimentos menos invasivos, cirurgias estéticas e de reconstrução. Há uma preocupação com a formação global dos profissionais. Por isso, além das aulas teóricas e práticas, o curso inclui as partes de ensino e pesquisa e divulgação de trabalhos científicos em publicações credenciadas. Ao final da formação, os alunos passam pela prova da SBCP, sendo obrigatória a aprovação para o exercício da especialidade.

As aulas práticas são ministradas no Centro de Cirurgia Plástica, que funciona desde 1980. O Centro funciona em parceria com o Departamento de Laser e Dermatologia. A ideia é unir a cirurgia plástica, a dermatologia e as facilidades do tratamento a laser em um só lugar.

Assim, é possível combinar técnicas e, com isso, melhorar os resultados dos procedimentos feitos nos pacientes. O coordenador do Centro é o Dr. José Carlos Daher, fundador do Hospital Daher. Ele é especialista em cirurgia plástica, tendo sido orientado pelo Dr. Ivo Pitanguy. Possui diversos trabalhos publicados e participações em congressos no Brasil e no exterior.

Dr. Daher ressalta a importância de investir na formação de especialistas. “O investimento da iniciativa privada na melhoria da capacitação de profissionais é um modelo que deveria ter apoio das instituições governamentais, já que é uma atividade suplementar da capacitação de profissionais em nível avançado de formação”, sugere o especialista.

Ao longo dos anos, vários trabalhos foram desenvolvidos no Centro de Estudos Daher e hoje são melhorias disponibilizadas para a população. Algumas delas são relacionadas a técnicas originais de reconstrução mamária, como o objetivo de otimizar os resultados da cirurgia.

Pela ligação do Dr. Daher com a mastologia, o Centro de Estudos Daher está em fase de planejamento de um curso de especialização em mastologia. Os recursos que financiam estes cursos são oriundos do próprio hospital e de mecanismos de contribuição criados com esse objetivo.