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Técnicas inovadoras são apresentadas em congresso nacional de cirurgia plástica

José Carlos Daher levou as ideias e os procedimentos mais modernos de serviço ao evento

O 52° Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica aconteceu em Belo Horizonte, entre os dias 11 e 15 de novembro. Considerado o maior evento científico de cirurgia plástica, não só no Brasil, mas no mundo, a edição reuniu mais de 2.200 cirurgiões de todas as regiões do país, além de congressistas internacionais.

No primeiro dia de palestras, especialistas de diversas nacionalidades puderam opinar sobre as melhores técnicas de cirurgia plástica do nariz, a rinoplastia, enriquecendo o evento. Nos outros dias, temas como mamoplastia, abdominoplastia, lipoaspiração e tumores de pele foram debatidos.

O cirurgião plástico e fundador do Hospital Daher Lago Sul, José Carlos Daher, esteve presente no evento como palestrante, onde pôde explicar algumas das técnicas cirúrgicas criadas por ele. “Existe uma queda natural das mamas e ensinei novos conceitos de cirurgia para obter resultados mais bonitos e duradouros. Como nada pode impedir a queda natural dos seios, eu e minha equipe continuamos pesquisando mais procedimentos para reduzir o efeito”, conta o especialista.

Outro trabalho apresentado pelo Dr. Daher demonstra que incisões na pele com bisturi elétrico podem ter resultados satisfatórios. “Às vezes esses bisturis modernos têm resultados melhores que os bisturis frios. Os especialistas acham que eles causam queimadura, mas em alguns casos, os resultados comparativos são bem satisfatórios”, revela.

O Dr. Daher também pôde contribuir com seus conhecimentos sobre lipoescultura pós-cirurgia bariátrica no Congresso. “Desenvolvemos uma sistematização que torna mais rápidas as cirurgias de retirada de pele e excesso de gordura em pacientes que fizeram a redução do estômago, sendo realizadas em apenas dois atos. Antes eram seis. Corrigimos abdômen, costas, coxas e nádegas, em um tempo menor, dentro dos parâmetros mais modernos de cirurgia segura”, explica.

Durante o evento, o Dr. Daher também aproveitou para fazer novas parcerias nas cirurgias de rejuvenescimento facial, um dos “carros-chefe” do hospital. “Estamos contratando empresas que nos fornecerão novos equipamentos para coleta da gordura e injeção na face para aperfeiçoarmos ainda mais nossos procedimentos”, explica.

O especialista também comenta o que mais chamou sua atenção durante o evento. “Um cirurgião relatou o caso de uma paciente que fez a retirada dos seios após um câncer de mama, mas que, após a radioterapia, ficou com a pele rígida, impedindo-o de utilizar as técnicas de reconstrução mamaria. Então, ele decidiu injetar nessa pele gordura de outras partes do corpo da paciente, como fazemos hoje em cicatrizes, e o resultado ficou incrível. A pele ficou mais bonita, flácida e permitiu a inserção do silicone e a reconstrução daquela mama. Essa foi uma parte importante do processo de discussão de um congresso, onde se ensina e se aprende”, conta.

Na mídia: José Carlos Daher é convidado para ensinar algumas de suas técnicas na Itália

Rinoplastia e Rejuvenescimento Facial foram temas das palestras do especialista

Situada na costa oeste de Itália, Nápoles é a terceira cidade mais populosa do país. O lugar é reconhecido internacionalmente por sua história, arte, cultura, arquitetura, música e gastronomia. Foi nesse cenário, repleto de beleza e estética, que aconteceu, nos dias 1, 2 e 3 de outubro, o 13° Curso Internacional de Cirurgia Plástica e a segunda edição do Italo-Brazilian Meeting, que é um encontro entre os melhores cirurgiões plásticos do Brasil e da Itália, que tem como objetivo proporcionar a troca de conhecimentos entre os participantes dos dois países sobre suas técnicas.

O cirurgião plástico e fundador do hospital Daher Lago Sul, José Carlos Daher, foi convidado para ministrar duas palestras no evento: uma sobre rejuvenescimento facial e outra sobre rinoplastia. “Na minha apresentação, ensinei procedimentos menos invasivos para a plástica do contorno da face, que traz resultados belíssimos, e também uma técnica de rinoplastia menos invasiva, que pode ser feita com o nariz aberto ou fechado, e que garante melhores resultados ao paciente, uma vez que preserva e melhora a respiração”, explica.

O Dr. Daher considera o intercâmbio de informações entre os dois países de extrema importância, pois ajuda a divulgar os trabalhos desenvolvidos em cada uma das nações e diz que a palestra foi bem recebida pelos participantes. “O Brasil é líder mundial em cirurgia plástica e estética. Como esse mercado está em crescimento na Europa, com o aumento da demanda, é de grande valia esta troca de experiências. Combinamos inclusive que, em breve, o Hospital Daher irá receber italianos que queiram fazer estágio no país para aprender nossas técnicas”, revela.

Para o diretor do evento, Alfredo Borriello, o encontro possibilitou aos profissionais conhecerem duas abordagens diferentes da cirurgia plástica e permitiu que eles pudessem aprender mais sobre os avanços recentes na especialidade. “O evento contou com os recursos tecnológicos mais modernos e teve foco nas controvérsias mais atuais e relevantes da medicina estética. A discussão foi interessante e espirituosa”, conta.

Mitos e verdades sobre a flacidez facial

José Carlos Daher ajuda a desvendar as causas do problema

O rosto é um dos primeiros locais do corpo a refletir as ações da idade e o mais difícil de disfarçar. Por isso, é essencial que homens e mulheres comecem a tomar medidas desde cedo para retardar esse processo, como utilizar filtro solar, hidratantes à base de colágeno e óculos de sol. Mas com a constante preocupação em relação às temidas marcas da idade, muitas pessoas se privam de hábitos saudáveis, como o da corrida, por medo de que eles causem o enfraquecimento das fibras do rosto. Para isso, elaboramos uma lista de mitos e verdades sobre a flacidez facial. Confira abaixo:

Remover os pelos do rosto com cera pode causar rugas e flacidez?
Mito, desde que a depilação não seja feita de forma exagerada. As fibras de colágeno e a elastina da derme não são atingidas durante o processo.

Dormir de barriga para baixo causa flacidez?
Mito. A posição adotada na hora do sono não causa flacidez. Mas, como com a idade a pele se torna menos elástica, a pressão do travesseiro sob o rosto pode causar rugas. Por esse motivo, é recomendado o uso de travesseiros específicos para evitar as marcas na face.

Correr causa flacidez no rosto?
Mito. Durante a corrida, o corpo não tem o poder de danificar o colágeno da pele.

Exposição prolongada ao sol pode causar flacidez facial?
Verdade. A exposição prolongada aos raios ultravioletas ao ar livre, principalmente no horário entre 10h e 16h, pode ocasionar a quebra do colágeno. Por esta razão, é essencial passar protetor solar adequadamente sempre que houver exposição ao sol, mesmo que o tempo esteja frio.

Exercícios faciais podem reduzir a flacidez da pele?
Em parte. Os exercícios são aliados contra a flacidez, pois eles aumentam o tamanho dos músculos da face. Por outro lado, podem levar ao aumento das linhas de expressão, uma vez que os ligamentos que sustentam nossa musculatura se afrouxam com o tempo, e os movimentos repetitivos na pele pouco elástica podem causar rugas.

Perder peso pode aumentar a flacidez?
Verdade. Quando a pessoa engorda, a pele do rosto se estica para acomodar o ganho. Caso esse peso extra seja perdido, a derme não será capaz de voltar ao seu estado anterior. Conforme o corpo envelhece, a pele perde elasticidade e, depois de esticada, ela não voltará à mesma condição de quando era jovem.

Fumar provoca flacidez na pele?
Verdade. Além de ser um destruidor de colágeno, proteína responsável por atribuir elasticidade aos tecidos do corpo, o movimento repetitivo de fumar ainda causa marcas de expressão ao redor da boca.

Hoje é possível reduzir a flacidez por meio de produtos tópicos, como cremes, que aumentam a produção de colágeno na pele, e também pela ingestão de Vitamina C, que ajuda a recuperar a elasticidade da derme. O cirurgião plástico e fundador do Hospital Daher, José Carlos Daher, explica que hoje existe uma gama de procedimentos estéticos disponíveis para protelar o procedimento cirúrgico. “O procedimento que é indiscutivelmente mais eficiente para o rejuvenescimento facial é a injeção de gordura. Ela é retirada de outra parte do corpo do paciente e injetada no local desejado do rosto para dar volume. Mas o procedimento só deverá ser realizado sob indicação médica”, alerta.

Bichectomia

Este é um termo, talvez pouco adequado para o tratamento da ‘’bola célulo- adiposa de Bichat.

Entretanto este tratamento que popularizou-se como bichectomia, refere-se a procedimento cirúrgico em que se retira total ou parcialmente o tecido gorduroso profundo que existe nas bochechas e que foi descrito pelo anatomista Bichat. Tem como propósito, fazer o afundamento desta região, transformando as faces muito redondas em faces mais estreitas, mais encovadas nas laterais, levando mesmo a a um aspecto mais ‘’triangular’’ do rosto. Serve para descaracterizar as faces redondas, ditas ‘’em lua cheia’’.

Um dos símbolos atuais da beleza de rosto feminino e o da atriz Angelina Jolie, tão conhecido pela sua intensa exposição intensa na mídia. Apreciada quer seja pelos seu lábios grossos e carnudos, o que se consegue hoje de maneira segura com os enxertos de gordura, quer seja pelo seu rosto com as maçãs salientes e bochechas encovadas, este último efeito conseguido pelo tratamento das bolas célulo adiposas de Bichat.

Este procedimento cirúrgico, embora exija profundo e sofisticado conhecimento da anatomia da face, daí ser um campo exclusivo de ação dos cirurgiões plásticos, é muito pouco invasivo e interfere pouquíssimo no corpo do paciente, por ser de ação restrita a pequena área, sem perdas sanguíneas e praticamente sem complicações, desde que executado com maestria.

Pratica-se esta cirurgia por incisão de aproximadamente um cm. dentro da boca, junto e posterior à arcada dentária superior, e por este acessos o cirurgião identifica e extrai o tecido gorduroso. É um ato operatório de curta duração (alguns minutos), excluído o ritual de preparo e assepsia do rosto do paciente.

Não se trata de procedimento em que o cirurgião possa antever o resultado final, pois ele está limitado à quantidade de gordura alí existente. Se ela for abundante, conseguir-se-á um encovamento maior. Se não, conseguir-se-á sempre um encovamento , mas talvez menor do que aquele que o paciente sonhou.

Quando se quer complementar este resultado, pode-se lançar mão da associação da lipoescultura facial, nos moldes do trabalho que publicamos em 1988, demonstrando a ‘’importância de se redefinir os contornos faciais através da lipoescultura’’, procedimento que praticamos de rotina a mais de 25 anos. Mas esta complementação, se necessária, só será indicada em um segundo tempo, após ter-se verificado o resultado definitivo da ‘’bichectomia’’ praticada, o que se verifica de 60 a 90 dias após o ato operatório (resultado final, pois o resultado imediato é percebido imediatamente no trans- operatório).

O pós operatório é simples, não é doloroso e requer apenas uma higiene bucal adequada, com dieta pastosa nos primeiros quatro dias e após, dieta normal.

Este procedimento já muito praticado a muitos anos associado às cirurgias de rejuvenescimento facial e pelo lado externo das bochechas, popularizou-se recentemente pela praticidade do acesso endo bucal, custos menores e aplicabilidade em pacientes jovens, frequentemente insatisfeitas com o contorno muito redondo de seus rostos.

Cirurgia plástica pode melhorar casos de Paralisia Facial

José Carlos Daher explica quando o procedimento pode ser feito

Choque térmico, traumas decorrentes de acidentes, AIDS, herpes, entre outros problemas podem provocar paralisia facial. Ela ocorre quando existe a perda de movimento de um ou dos dois lados do rosto, ocasionada pela lesão do nervo da face. Daí em diante, o sorriso passa a ficar torto, os olhos se fecham com dificuldade, as sobrancelhas ficam paralisadas e a boca perde a função de reter a saliva.

Além de o problema produzir uma deformidade muito marcante e de difícil solução, ele também pode fazer com que a vítima tenha a capacidade de se expressar comprometida. Dependendo do que tiver ocasionado a paralisia facial, a cirurgia plástica de reanimação da face poderá proporcionar, dentro de suas limitações, melhora no quadro do paciente e esperança de melhoria estética e funcional.

Segundo o cirurgião plástico e fundador do Hospital Daher, José Carlos Daher, quando as paralisias são causadas por algum trauma, como cortes ou acidentes, as cirurgias de reparo podem ser indicadas, dependendo da gravidade e da área afetada. “Cada caso tem que ser avaliado. As paralisias que ocorrem mais distantes do tronco do nervo facial, por exemplo, podem se recuperar espontaneamente com o tempo, sendo necessária apenas a orientação médica e a fisioterapia, que irá garantir a integridade dos músculos através de estímulos, para evitar que eles atrofiem”, explica. No entanto, o especialista conta que, se a lesão for no tronco ou próxima, o tratamento terá que ser cirúrgico, para a recuperação da anatomia do nervo. “A cirurgia pode ser feita por suturas ou enxertos. É importante ressaltar que, nesses casos, a reparação precisa ser feita o mais rápido possível, não podendo jamais ultrapassar um ano. Após o devido diagnóstico, o tratamento poderá ir desde o reparo direto da lesão, passando por técnicas de reinervação da musculatura da mímica facial, que tem como objetivo recuperar a parte afetada através de impulsos elétricos, até a utilização de transplantes e transposições musculares, onde um músculo do membro inferior pode ser utilizado para fornecer função muscular à face”, detalha.

Outro tipo comum é a Paralisia de Bell, que pode ser causada por vírus, como o herpes simples. Ela pode acometer qualquer sexo e etnia. Nesse caso, o vírus pode atacar o nervo facial, fazendo com que ele fique inflamado e inchado. Nesse tipo de paralisia, o cirurgião plástico José Carlos Daher não indica intervenções cirúrgicas. “O tratamento será clínico, o que geralmente é suficiente, uma vez que a possibilidade de que seja um tipo de infecção virótica é alta”, explica.

Profissionais capacitados e técnicas modernas garantem resultados satisfatórios na cicatrização em cirurgias plásticas

Em 2013, pela primeira vez, o Brasil superou os Estados Unidos como líder mundial em número de cirurgias plásticas, conforme dados divulgados em julho deste ano pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps, na sigla em inglês).

Por se tratar de um procedimento para corrigir formas e embelezar, a preocupação com a cicatrização fica em primeiro plano. Isto gera a necessidade de uma atenção especial, já que o resultado depende de fatores que vão desde características pessoais, passando pelo pré e pós-operatório, e outros conhecimentos técnicos. “Por isso, quando as pessoas têm uma pintinha no rosto, por exemplo, devem avaliar se vale a pena tirar, pois a cicatriz pode ser bem maior e visível”, explica o cirurgião plástico, chefe de cirurgia plástica do Hospital Daher, no Lago Sul, José Carlos Daher.

Ainda de acordo com ele, a cicatrização é um processo fundamental para manter a integridade do corpo humano. “Toda vez que ocorre um corte na pele, uma escoriação ou uma área queimada, uma série de processos orgânicos se instalam no local para tentar recuperar o tecido que foi lesado”, completa o Dr. Daher.

Algumas cicatrizes formadas por esses traumas quase não deixam vestígios. Mas, em alguns casos, são muito extensas e podem atingir a auto-estima. A arte do cirurgião é descobrir uma maneira para que essa cicatriz fique o menos visível possível.

A dica do Dr. José Carlos Daher é que a cicatriz fique localizada na linha de tensão mínima. “Qualquer cicatriz que seja vertical à linha de tensão mínima quase sempre não vai dar um bom resultado. Como numa cesariana, quando se faz uma incisão vertical, técnica usada por algumas escolas mais conservadoras na Europa, deixando resultados feios”, orienta.

Hormônios que fazem a diferença

Fatores hormonais, na mulher, como a presença da progesterona, entre outros, durante a gravidez, também podem contribuir para a formação das cicatrizes, que tendem a ficar vermelhas e muito inchadas: são as cicatrizes hipertróficas. “Em termos de resultados gerais, a adolescência é a melhor fase para uma cirurgia pela higidez da pouca idade, mas é a pior para a cicatrização, sob o ponto de vista estético. A juventude produz cicatrizes muito vigorosas, exuberantes, hipertróficas e feias, demandando um tempo que vai até 18 meses para que regridam e se tornem riscos brancos. Já as mulheres de meia idade possuem melhor cicatrização”, conta o Dr. Daher. O local do corpo onde é feita a cirurgia também pode contribuir para o resultado da cicatrização. “Os melhores lugares são a face, o nariz, o abdome e as mamas. As regiões piores são a pré-esternal (entre as mamas), o ombro e a parte superior das costas”.

Quelóides e cicatrizes hipertróficas

Uma das maiores preocupações quando se fala em cicatrizes é a formação dos quelóides, que seria uma grande cicatriz, vermelha e inchada, na visão dos leigos. Mas o Dr. Daher explica que, na maioria das vezes, o que se tem não é um quelóide, mas uma cicatriz hipertrófica, que acontece por volta do 30º dia da cirurgia plástica e que pode durar de 6 meses a 2 anos. “A diferença entre essa cicatriz e o quelóide é que este último, tão temido, é uma marca que não para de crescer, como uma lagarta grande”, exemplifica o cirurgião.

Só um médico pode avaliar se é realmente um e não precisa esperar este tempo de até 2 anos e o tratamento é feito com injeções de corticóide direto na cicatriz. O acompanhamento do profissional dará esta dimensão para o diagnóstico. E, no caso das cicatrizes hipertróficas, não se deve usar da injeção de corticoide e o tratamento são as massagens e esperar por 18 a 24 meses

Quando falamos de cicatrizes, não podemos deixar de citar aquelas deixadas por acidentes com queimaduras, uma das piores cicatrizes, impossíveis de serem removidas por completo, mas passíveis de tratamento. Uma das novidades, descoberta nos últimos 5 anos por meio da prática médica, é que injeções de gordura retirada em lipoaspiração podem melhorar consideravelmente a recuperação dessas cicatrizes. “É o que há de mais moderno na área de tratamento de cicatrizes”, explica o cirurgião.

Para resumir, ele revela uma maneira para se obter uma boa cicatrização em uma cirurgia plástica: “As cicatrizes dependem destes fatores todos, mas é claro que existe também a técnica. Usar uma técnica de costura delicada e com fios e materiais de ótima qualidade é onde o cirurgião se diferencia”, reforça o Dr. Daher.

HOSPITAL DAHER realiza simpósio sobre cirurgias pós-bariátrica

A cirurgia bariátrica, popularmente chamada de redução do estômago, veio como uma alternativa para quem não consegue emagrecer por meio de dietas, atividades físicas e medicações indicadas pelos especialistas. A cirurgia provoca uma total mudança no estilo de vida, e as pessoas não podem deixar de saber que, após a cirurgia, por conta da grande redução de massa corporal, a pele perde elasticidade e sobra uma grande quantidade de pele flácida. Para discutir o assunto das cirurgias pós-bariátricas, o HOSPITAL DAHER recebeu, nos dias 11 e 12 de março, o Workshop de cirurgia pós-bariátrica, organizado pelo Centro de Estudos e com a presença de cirurgiões e anestesistas especialistas na área e a equipe do hospital.

De acordo com a Dra. Marcela Cammarota, responsável pelo evento, o objetivo foi discutir os procedimentos pós-cirurgia bariátrica, levantando o que existe de mais moderno nas técnicas cirúrgicas aplicadas para esse tratamento, com cirurgiões convidados de todo o país. “As palestras foram focadas em temas sobre técnicas cirúrgicas de cada uma das regiões do corpo que tratamos: abdômen, mamas, braços, tórax e pernas”, completou a cirurgiã.

Para o Dr. José Carlos Daher, chefe da Cirurgia Plástica, a cirurgia da obesidade força o emagrecimento dos pacientes, devolvendo-lhes uma saúde que estava perdida e normalizando índices sanguíneos, causadores de doenças, como o diabetes, por exemplo. “O pós- emagrecimento leva a uma dismorfia corporal importante, pois sobram grandes “aventais” de tecido e pele magra, tanto no abdômen, quanto no torso, braços, mamas e coxas, e a cirurgia plástica se desenvolveu no sentido da cirurgia pós-bariátrica, resgatando as formas corporais normais de um paciente, agora, mais magro”, explica o cirurgião. Ele ainda conta que, para isso, a cirurgia precisou se despir do preconceito contra as incisões longas e extensas, necessárias nesses casos, e criaram técnicas para diminuir o número de atos operatórios para obter os resultados finais desejáveis.

Um dos cirurgiões plásticos que participou do evento discutindo a cirurgia de mama pós-bariátrica foi o Dr. Ricardo Baroudi, de São Paulo. A palestra dele sobre Cirurgia Plástica Estética das Mamas foi recebida com atenção pelos participantes. “Informamos de maneira bastante objetiva os conceitos e cuidados referentes ao procedimento, considerado por mim bastante difícil e laborioso na sua execução, não só pela variedade estrutural das mamas, mas pela grande quantidade de fatores que interferem na qualidade dos resultados a curto, médio e longo prazo”, conta o médico. Para ele, eventos científicos fazem parte do ensino da especialidade para trocas importantes de informações que tragam subsídios para a formação de novas gerações de cirurgiões plásticos.

O Dr. Baroudi lembra ainda que o HOSPITAL DAHER, por meio do Centro de Estudos, se volta objetivamente para o ensino da cirurgia plástica dentro dos moldes inseridos nas regulamentações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e vem promovendo, periodicamente, eventos cada vez mais amplos e importantes com essa finalidade. “Participar como palestrante num evento desse porte não e só uma prestigiosa honra, como também uma certeza de termos nossa pequena e humilde contribuição reconhecida”, completa o cirurgião plástico.

Próteses realistas substituem orelhas deformadas

Técnica tem sido aplicada com sucesso em pacientes com microtia

Um em cada seis mil bebês que nascem no mundo têm microtia, uma anomalia congênita que faz com que uma ou duas orelhas sejam subdesenvolvidas.

Essas anomalias não têm causas conhecidas, mas são associadas a alterações genéticas, sendo que, em 90% dos casos, vêm acompanhadas de síndromes que causam deformidades em outras partes do corpo, como  face, coração, tórax, membros superiores e inferiores.

A doença é classificada em 4 graus de gravidade:

 – Grau I: existe o desenvolvimento normal do canal auditivo, mas  o pavilhão auricular é incompleto;

– Grau II: a orelha é parcialmente desenvolvida, mas com canal auditivo estreitado, resultando em considerável perda auditiva;

– Grau III: esta é a forma mais comum de microtia. Nela, o pavilhão auricular é ausente, apresentando somente uma pequena estrutura. O canal auditivo, bem como o tímpano, também não estão presentes;

– Grau IV: neste caso, não existe orelha nem canal auditivo.

O tratamento da microtia pode ser realizado de três formas: com a reconstrução com molde cartilaginoso, onde cartilagens e ossos do próprio corpo são utilizados, órtese, que é a inserção de uma prótese externa e a reconstrução de toda a orelha com um molde protético, que garante um nível de perfeição bem realista.

Segundo o cirurgião plástico e fundador do Hospital Daher, José Carlos Daher, a cirurgia tradicional, utilizando materiais corpóreos, é extremamente complexa, apresentando resultados discretos. “Dificilmente o profissional vai conseguir restabelecer o aparelho auditivo de forma perfeita. Mesmo assim é importante que a criança faça a cirurgia, já que qualquer melhoria vai impactar na autoestima”, aconselha. O médico também explica que essa cirurgia pode começar a ser feita a partir dos quatro anos de idade, quando a cartilagem da orelha já é estável o suficiente para a correção, mas, posteriormente, outras intervenções serão necessárias. “É importante fazer a cirurgia em três ou quatro tempos, para que o resultado fique mais próximo ao esperado”, explica.

Entretanto a substituição do processo cirúrgico por uma reposição total por meio de próteses ou órteses é a mais indicada pelo especialista. “É fundamental hoje em dia, como substituição, ao invés de cirurgia,  fazer a reposição total por prótese ou órtese. É possível desenvolver uma arte, já que os materiais plásticos são uma perfeição”, explica Daher.

Entre as vantagens indiscutíveis das próteses estão a rapidez, segurança e integração do molde ao canal auditivo, não representando nenhum desafio cirúrgico.

Entre as desvantagens estão a possibilidade da perda, que é mínima, e o fato de não mudar de cor com a variação das estações.

Cirurgias plásticas combinadas resolvem vários problemas estéticos de uma só vez

Para as pessoas que estão insatisfeitas com o próprio corpo e têm vontade de corrigir várias imperfeições estéticas ao mesmo tempo, aproveitando uma única internação, uma boa notícia: é possível fazer combinações de uma só vez, sem aumentar o risco cirúrgico. Para isso, o paciente deverá estar saudável e conversar com o cirurgião plástico para saber quais são os tipos de cirurgias que podem ser combinadas.

As associações mais comuns hoje em dia são a lipoaspiração com a abdominoplastia e mamoplastia e também a ritidoplastia, conhecida como lifting facial, junto à blefaroplastia, utilizada para a correção das pálpebras.

Entre as vantagens de combiná-las estão o período único de recuperação, custos reduzidos e a rápida satisfação do paciente.

Para o cirurgião plástico e fundador do Hospital Daher, José Carlos Daher, sempre que for possível, a cirurgia plástica combinada deve ser feita, já que ela tem um custo menor e garante uma única recuperação, desde que não sejam necessárias novas intervenções. Segundo o especialista, um exemplo clássico da utilização do procedimento é a cirurgia plástica pós-bariátrica, onde os pacientes, principalmente as mulheres, que perdem medidas e contorno com as mudanças causadas pela rápida perda de peso e excesso de pele, precisam remodelar abdômen, costas, nádegas e coxas.“Os resultados são lindos. O tempo do processo cirúrgico aumenta muito pouco e conseguimos fazer quatro procedimentos em um. É muito mais barato”, aconselha.

O grande bônus das cirurgias simultâneas é o conjunto estético obtido de uma só vez, já que normalmente o paciente pensa no resultado ao procurar a ajuda de um cirurgião plástico, ignorando o processo cirúrgico que deverá ser realizado para que ele seja concretizado.

Mulheres buscam cirurgia plástica para reduzir o tamanho das bochechas Bichectomia ainda é pouco conhecida no Brasil

As brasileiras, famosas mundialmente pela beleza ímpar e corpos esculturais, buscam cada vez mais a perfeição da silhueta através de lipoaspirações ou implantes de silicone. Mas uma novidade no mundo da cirurgia plástica tem atraído o interesse de muitas mulheres que querem parecer mais magras e perder o formato infantil da face: diminuir o tamanho das bochechas.

A cirurgia é a bichectomia, que diminui o volume do rosto através da retirada da bola célulo adiposa de Bichat, um acúmulo de gordura na região que dá um aspecto arredondado à face. O procedimento é feito por meio de pequenas incisões dentro ou fora de cada lado da boca, sem deixar cicatrizes perceptíveis. A anestesia é local, com ou sem sedação, e dura em torno de 40 minutos.

Atrizes como Angelina Jolie e Reneé Zellweger já aderiram à novidade, e os resultados obtidos atraem cada vez mais mulheres que querem ficar parecidas com as divas. O cirurgião plástico e fundador do Hospital DAHER, José Carlos Daher, afirma que o procedimento traz grandes resultados e que a grande procura pela técnica é recente. “A bichectomia foi criada nos anos 80, mas o boom pela procura aconteceu nos últimos 5 anos”, explica. O médico também conta que, muitas vezes, o paciente aproveita uma lipoaspiração corporal para usar a gordura retirada na remodelação do rosto e aliar à retirada da bichat.“Trabalhamos com silicones sólidos ou com o material recolhido durante a lipoescultura para utilizar como implante, onde redesenho os volumes, aumentando certas áreas e diminuindo outras, para trazer mais harmonia à face, deixando as mulheres ainda mais belas”, explica.

Apesar de parecer simples, muitos médicos não têm familiaridade com a anatomia da região interna da boca e muitas vezes acabam lesionando nervos do paciente e até causando uma paralisia facial. Por isso, Daher dá um alerta para quem quer fazer a cirurgia: “Procurem por cirurgiões especializados e aptos a fazerem esse tipo de cirurgia. Nenhuma das técnicas citadas pode ser feita sem um bom profissional, pois são procedimentos arriscados para quem não as domina”, alerta.

A recuperação pós-cirúrgica é rápida e parecida com a retirada do dente siso,ou menos que isto. Nesse período, o paciente deve optar por alimentos macios e gelados nas primeiras 48 horas. Ele também poderá se expor ao sol, de forma moderada, logo após a cirurgia, e após o trigésimo dia, sem qualquer restrição.