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José Carlos Daher é convidado de honra em evento de ex-alunos de Ivo Pitanguy

Encontro ocorreu em Curitiba

Atual vice-presidente da Associação dos Ex-Alunos do Professor Ivo Pitanguy (AExPI), da qual é membro fundador, o cirurgião plástico e instituidor do Hospital Daher Lago Sul, José Carlos Daher, foi convidado pela AExPI para ministrar uma palestra à Comunidade Médica do Paraná, no Hospital do Cajuru, em Curitiba, nos dias 28 e 29 de maio. Durante a exposição, o especialista apresentou todo o histórico evolutivo das reconstruções mamárias no Brasil e no mundo, que teve início em 1.972 e foi um marco da história da medicina, tendo José Carlos Daher como principal protagonista.

Os cerca de 200 cirurgiões presentes puderam aprender mais sobre algumas técnicas desenvolvidas pelo especialista, dentre elas, a dos “retalhos em ilha das mamas”, publicada nos Estados Unidos em 1.992. O método consiste em reconstruir amputações mamárias parciais, na mesma cirurgia de retirada de tumores. O procedimento permite a restauração do seio de forma muito menos mutilante, proporcionando uma enorme contribuição à melhora da autoestima das pacientes com doenças da mama.

Para José Carlos Daher, os encontros com os ex-alunos são de extrema importância, já que permitem o compartilhamento de técnicas e experiências exitosas entre si. “Esses eventos, além de colaborarem com a multiplicação do conhecimento, proporcionam o diálogo com profissionais mais jovens, que sempre trazem uma visão diferente e inovadora dos procedimentos já consagrados”, explica o cirurgião plástico.

foto_daher_pitanguySobre a associação

A Associação dos Ex-Alunos do Professor Ivo Pitanguy é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, que tem como objetivo propiciar um intercâmbio científico e social constante entre os integrantes do Curso de Pós-graduação em cirurgia plástica do Professor Ivo Pitanguy.

A AExPI foi fundada no dia 21 de janeiro de 1974 e está presente em mais de 30 países, representando os interesses comuns dos cirurgiões plásticos egressos do serviço do Prof. Pitanguy, espalhados em todo o mundo.

Alerta: procedimentos de preenchimento estético devem ser realizados apenas por médicos

Depois da morte de uma mulher em Goiânia, após ter se submetido à aplicação de hidrogel nas nádegas, levantou-se, na imprensa e na comunidade médica, uma discussão sobre os procedimentos invasivos feitos por profissionais que não são médicos, já que há a suspeita de que a morte possa ter ocorrido por conta do procedimento.

O hidrogel tem sido usado em preenchimentos da face e também de outras partes do corpo, como nádegas e pernas. Por não necessitar de cortes e também ser um método de preenchimento absorvível, acaba tendo um resultado, na maioria das vezes, satisfatório, desde que seja tecnicamente correta a aplicação, e nunca em grandes quantidades.

A auxiliar de leilão que morreu em Goiânia teria passado mal após ter se submetido ao procedimento e entrou em contato com a suposta biomédica que realizou a aplicação, por telefone e via redes sociais, mas não teve a atenção necessária para os sintomas que descreveu, como falta de ar e tontura. Ela acabou sendo internada e morrendo por conta de uma embolia pulmonar. Depois do trágico fato, descobriu-se que a pessoa que teria aplicado o hidrogel não era biomédica
​ou ​médica​ e tinha feito apenas um curso de 15 dias para se “habilitar” à realização do procedimento.

Para o Dr. José Carlos Daher, chefe da Cirurgia Plástica do HOSPITAL DAHER, qualquer procedimento de preenchimento, como no caso do hidrogel, só deve ser feito por médicos especialistas. Qualquer pessoa não médica e mesmo médicos sem a devida especialização não devem realizar o procedimento e podem ser acusados de prática ilegal da medicina. “Os preenchimentos podem parecer algo simples, mas não são”, alerta o Dr. Daher.
​”​ Há que se ter um conhecimento amplo da questão e um exato conhecimento da anatomia. A suposição de que se trata de uma simples ‘’injeção’’ pode ser extremamente danosa ao paciente”, complementa.​

Ele ainda chama a atenção para as especificidades dos produtos aplicados, já que cada um responde a um conjunto de regras. “Cada produto tem uma finalidade específica. Há que se ter um conhecimento especializado como médico e como especialista”, ressalta o cirurgião plástico. Ele ainda completa que, se os produtos entram na corrente sanguínea, podem levar à embolia, cegueira e até à morte.

O Dr. Daher dá dicas aos pacientes que pretendem se submeter a procedimentos como este, de preenchimento com hidrogel. “Eles devem ficar extremamente atentos, só uma consulta médica com especialista devidamente identificado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é capaz de dar a dimensão exata do que é o procedimento e também dos cuidados que devem ser tomados antes e após a aplicação”, finaliza o cirurgião.

Medição de volumes em cirurgia plástica estética foi apresentada em Congresso Internacional pelo Hospital Daher

Aconteceu no Rio de Janeiro, de 19 a 22 de setembro, o 22º Congresso Internacional de Cirurgia Plástica Estética, ISAPS 2014. O Hospital Daher foi representado pelo chefe da Cirurgia Plástica, Dr. José Carlos Daher.

Ele apresentou uma pesquisa desenvolvida pelo hospital, já divulgada em outros congressos fora do Brasil, mas, pela primeira vez, em um internacional. A instituição tem desenvolvido um trabalho sobre a medição de volumes a serem injetados em cirurgias plásticas estéticas, a princípio, em procedimentos faciais.

O Dr. Daher conta que já está provado que não se recupera a jovialidade da face apenas esticando a pele, é preciso fazer o reposição volumétrica das estruturas faciais e uma das maiores dificuldades é mensurar as quantidades ideais a serem injetadas. “Desenvolvemos em parceria com o serviço de tomografia do hospital, a tomografia computadorizada, um protocolo para essa medição”, completa o Dr. Daher. Ele explica que ainda não há nada publicado neste sentido, que é mesmo uma novidade e que tem sido recebida com grande entusiasmo pelos colegas. “Nós estamos fazendo, especificamente, na face, mas pode depois ser estendido a outros membros para preencher vazios no corpo, em pessoas que sofreram acidentes, por exemplo”, completa o cirurgião.

O Congresso reuniu especialistas do mundo inteiro, mais de 40 países foram representados. Para Dr. José Carlos Daher, essa reunião de profissionais gera entusiasmo. “Todo congresso tem sempre uma pequena novidade que você vai apreender. A diversidade do pensamento é o que permite que se chegue a ideias novas, e cada um em seu canto. E um congresso internacional é o local ideal para isso”, finaliza.

Saiba como foi o Congresso ISAPS 2014 em http://www.isapscongress.org/pt-br/

Como recuperar a forma e autoestima após o parto

Após a gestação e o tão sonhado nascimento do filho, a mulher vai retomando, aos poucos, a sua vida de antes, com todas as alterações que a maternidade traz. O que foi um momento de plenitude onde até os quilos a mais representavam a total felicidade e o sentimento de estar cada dia mais bonita começa a ter outro significado, com os hormônios ainda atuando no organismo feminino e com os olhares que se voltam para um novo corpo que nasceu junto com a maternidade.

Além de todas as questões emocionais e hormonais pelas quais as mulheres passam neste período, ainda precisam se deparar com essas mudanças corporais que podem se estender por um tempo ainda após o parto.  Quando a mulher percebe que o retorno à antiga forma está demorando mais do que ela esperava ou desejava é o momento em que começa a pensar na cirurgia plástica para acelerar esse processo. E surgem as dúvidas, tanto em relação aos resultados quanto ao tempo em que precisam esperar após o parto para tais procedimentos.

Para o cirurgião plástico Dr. José Carlos Daher, chefe de cirurgia plástica do Hospital Daher Lago Sul, em primeiro lugar é preciso pensar no que o parto e todo esse processo representam na vida de uma mulher. Ele lembra que em algum momento da vida da maioria delas, a finalidade principal é a procriação. Por esse motivo, essa fase precisa ser vista de maneira especial. E para que o sonho não se torne um grande incômodo no pós parto, em relação ao novo corpo, o mais importante, de acordo com o médico, é que a mulher controle o seu ganho de peso. A média esperada que a mulher aumente no decorrer dos meses da gravidez é cerca de 9 quilos. “Mas sabemos que uma grande maioria delas engorda mais, 12, 15, 20, algumas chegam a aumentar 30 quilos. E isso vai dificultar muito o retorno ao peso e ao corpo de antes da gravidez”, completa o Dr. Daher.

O cirurgião plástico explica que existem três pontos principais de modificação do corpo feminino durante a gravidez que podem incomodar as mulheres após o parto: a distensão da parede abdominal, o aumento das mamas com o processo de amamentação e a distribuição desigual de gordura pelo corpo. Quando a mulher engorda muito, por exemplo, ela pode ter a chamada diástase abdominal que é quando os 2 músculos reto abdominais se afastam. Estes músculos são os que mantêm o abdômen tenso e côncavo nas mulheres magras. Quando a distensão durante a gravidez é muito grande pode ser irreversível. E em alguns casos, somado a isto, pode haver uma “sobra” de pele após o nascimento da criança.

Em relação à amamentação, temos o fato claro de que os seios crescem pela produção do leite e ingurgitamento mamário, o excesso de leite nas mamas, tudo isso para que possa acontecer o processo naturalmente, tão importante para mãe e filho. “Pensa-se que amamentar faz cair o seio, mas não é verdade, amamentar é saudável, bonito e útil para a criança, a mãe transmite todos os nutrientes dela para o filho, o que faz cair a mama é o aumento do volume dos seios pela produção normal de leite, agravado pelo ganho de peso exagerado”, explica o Dr. Daher. Por isso, ele defende que a mãe amamente até os seis meses, pelo menos, e até mais de um ano ou até mais de dois, como prevêem os órgãos de saúde. Ele também lembra que não é possível controlar o aumento da mama em relação à produção de leite, mas, em relação ao ganho de peso sim, e isso pode fazer toda a diferença.

Sobre a distribuição desigual de gordura, normalmente ela se instala no abdômen e nos flancos, os famosos “pneuzinhos”, fazendo com que a mulher perca o desenho dos quadris e das nádegas, motivo de muita insatisfação. Mas, para saber o que ficou mesmo de definitivo após o parto, a mulher precisa esperar de 6 a 8 meses, que é quando o corpo volta ao normal. É nesse momento que a mulher pode resolver, junto com o seu cirurgião plástico de confiança, quais procedimentos podem ser feitos.

Uma das opções seria a abdominoplastia. Mas, de acordo, com o Dr. José Carlos Daher, o procedimento não é recomendado para mulheres que tiveram seu primeiro filho e ainda pretendem ter mais ou ainda não decidiram. Nestes casos, o ideal, de acordo com ele, é a lipoescultura, que é a retirada de gordura de um local onde está “sobrando” para ser colocada em outra parte do corpo. “Este tipo de cirurgia é utilizado, inclusive, nas pacientes mais jovens”, lembra o Dr. Daher.

Em relação à mama, qualquer procedimento deve ser feito apenas após a amamentação, já que, enquanto a mulher amamenta, tudo o que ela ingere seja comida, bebida ou remédios, é repassado para o bebê.

A mulher, quando engravida, precisa estar atenta e tentar, como já falamos anteriormente, controlar o ganho de peso, pois, dessa forma, com uma alimentação saudável, balanceada e a prática de exercícios físicos, a possibilidade do corpo voltar mais rapidamente ao que era é bem maior. Mas, se isso não acontecer, de acordo com as informações do Dr. José Carlos Daher, que atende diversas mulheres após o parto em seu consultório, é possível reconquistar o corpo de antes da gravidez e até melhorá-lo. Neste processo, a autoestima também ganha pontos. E sempre lembrando que a gestação e o parto são momentos únicos na vida de uma mulher e devem ser vividos plenamente. E a cirurgia plástica possibilita que a mulher continue se sentindo maravilhosa enquanto vive este verdadeiro milagre que é a maternidade.

Técnica de cirurgia facial garante rejuvenescimento com resultado natural

O envelhecimento é um processo natural que todos enfrentam a cada dia pela inexorável marcha do tempo. Ele decorre do desgaste do organismo, que se traduz por alterações hormonais e envelhecimentos celulares, onde todos os órgãos, inclusive a pele, estão incluídos. A exposição ao sol pode acelerar o processo de desgaste da derme de forma dramática, causando rugas, manchas e, no limite da sua resistência, tumores. Estes efeitos daninhos do sol em excesso, agravados pelo uso da nicotina (que fiquem atentos os fumantes), são grandes agentes do envelhecimento facial.

Para quem se incomoda com os sinais da idade no rosto e não obteve bons resultados com o uso de cremes, lasers e outros procedimentos menos invasivos, uma boa opção é a cirurgia plástica facial, uma das técnicas cirúrgicas com maior avanço nos últimos anos.

Há 20 anos, a cirurgia podia levar a resultados artificiais, pois resultava em uma pele esticada e de aspecto envelhecido. Mas no decorrer do tempo, o conceito mudou e o procedimento evoluiu muito, com o objetivo principal mudando do esticamento da pele e passando para a recuperação do volume e contornos do rosto jovem.

Para conseguir esse resultado com êxito é acrescentada à técnica a lipoescultura facial, que garante um maior rejuvenescimento e que pode ainda ser complementada, quando necessário, com a interferência muscular da face, aumentando a elasticidade do rosto. A retirada do excesso de pele corresponde a um tempo final da cirurgia, quando estes excessos saem naturalmente.

A cirurgia facial acompanhada da lipoescultura de face do Dr. José Carlos Daher, Chefe de Cirurgia Plástica do Hospital Daher Lago Sul, acontece por incisões que começam no pé do cabelo (costeleta), ou pouco acima, acompanham o contorno da orelha e terminam paralelo à linha do cabelo. Depois descem em frente à orelha acompanhando seu contorno, contornam seu lóbulo e sobem por trás do ouvido, no ângulo formado entre a orelha e o crânio, onde entram mais 3 ou 4 centímetros horizontalmente no couro cabeludo. Para o cirurgião, a técnica é um novo conceito para o rejuvenescimento facial. “Hoje não nos basta apenas uma pele esticada e com menos rugas, como há 20 anos, mas sim que o contorno do rosto seja compatível com a juventude, objetivo que conseguimos atingir através da lipoescultura da face”, afirma o cirurgião. O médico também afirma que a região favorece a cicatrização. “É interessante notar que pela abundante circulação sanguínea na face essas cicatrizes costumam ser de ótima qualidade e são pouco ou nada perceptíveis, mesmo aquela na frente das orelhas”, explica.

A gordura aspirada do próprio rosto do paciente também pode ser reaproveitada em outras áreas da face, sendo aplicadas através de uma injeção para trazer volume a regiões com espaços vazios e depressões que vão surgindo com o envelhecimento, como as chamadas maçãs-do-rosto e também a região lateral do nariz. A evolução da técnica já é notada no aumento de cirurgias plásticas no Brasil. Segundo pesquisa da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), em conjunto com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), a cirurgia plástica estética cresceu 97% nos últimos quatro anos.

Cirurgia plástica pode garantir glúteos firmes e empinados

Viver em um país como o Brasil, onde se faz calor o ano todo e é rodeado das mais belas praias e cachoeiras, faz com que muitas mulheres invistam pesado para tentar construir um bumbum firme e empinado para desfilar à vontade em biquínis. Para isso, elas tentam de tudo: dietas, malhação, massagens, etc. Mas, muitas vezes, elas não conseguem alcançar o resultado almejado por conta das dificuldades que encontram em sua própria estrutura corporal, causadas pela predisposição genética familiar, como o achatamento das nádegas, ou a flacidez, que pode estar associada à fatores hormonais e à própria alimentação.

Para quem já tentou de tudo e ainda não conseguiu obter o bumbum dos sonhos, a cirurgia plástica pode ser uma ótima solução. Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica apontam que houve um aumento de 367% no número de próteses no glúteo nos últimos quatro anos, fazendo do Brasil líder mundial no procedimento.

O cirurgião plástico José Carlos Daher, chefe de cirurgia plástica do Hospital Daher, no Lago Sul, trabalha com duas técnicas bem promissoras:

A primeira é a injeção de gordura nas nádegas, que é uma técnica bem recomendada àquelas pessoas que têm uma distribuição de gordura desfavorável, como nos flancos (pneus laterais), no abdômen, nas costas e nas coxas. Primeiro é feita uma lipoescultura nestas regiões, onde a gordura retirada será injetada posteriormente nas regiões glúteas. O material injetado poderá ser reabsorvido em parte ou em sua totalidade, dependendo do organismo de cada paciente, permanecendo, normalmente, em boa quantidade. Este procedimento é uma arma importantíssima para se “redesenhar” o contorno do tronco e da região glútea.

A tática é promissora, já que a gordura retirada poderá representar um ganho sem riscos, além de ter um resultado muito natural, que proporcionará, além do aumento, a elevação das nádegas e o combate à flacidez.

A segunda técnica utilizada pelo Dr. Daher é a utilização de implante de silicone, com resultado permanente e previsível. Esta técnica é indicada para aqueles que necessitam de uma projeção glútea maior e bem definida. Neste procedimento, o cirurgião implanta próteses específicas para a região, colocando-as na intimidade dos músculos das nádegas. Os resultados desta cirurgia sob o ponto de vista estético são excelentes, pois em geral, as pacientes que buscam um bumbum mais firme e empinado, e atingem seus objetivos de maneira plena, com um período de recuperação inicial de 8 a 10 dias. As complicações são aquelas inerentes a qualquer tipo de implante no corpo humano que pode ser rejeitado pelo organismo.

Dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) mostram que a colocação de prótese de silicone nos glúteos teve um crescimento de 30%, refletindo o aperfeiçoamento das técnicas e próteses, que proporcionam resultados mais satisfatórios e recuperação mais rápida no pós-cirúrgico.

Quanto à celulite, que é uma queixa para 62,4% das brasileiras, de acordo com a pesquisa DermaBrasil, feita em 2010 pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), infelizmente, ainda não existe uma intervenção satisfatória. Ela geralmente é resultado de sobrepeso e a melhor recomendação é manter uma dieta saudável, praticar exercícios físicos como a ginástica e manter o peso ideal.

Centro de Estudos do Hospital Daher: há 24 anos formando cirurgiões plásticos no DF

A especialidade da cirurgia plástica tem se mostrado como uma das mais importantes da medicina brasileira. A demanda crescente por procedimentos é uma das justificativas para isso, mas a qualidade dos cirurgiões brasileiros coloca o país na frente. Os estudos e o desenvolvimento de técnicas fazem com que o Brasil esteja na vanguarda da cirurgia plástica.

Com isso, uma das preocupações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) é a formação de profissionais capacitados para o exercício da profissão. Alinhado com essa filosofia, o Centro de Estudos do Hospital Daher, em Brasília, oferece especialização em cirurgia plástica. O curso é reconhecido pela SBCP e dura três anos.

No Brasil, as especializações são oferecidas em hospitais públicos, entidades filantrópicas e, em menor intensidade, em serviços privados. Em Brasília, o Hospital Daher é o único da iniciativa privada que oferece a especialização em cirurgia plástica através de um núcleo voltado apenas para a formação de profissionais.

No Centro de Estudos Daher, as aulas englobam todas as áreas da especialização, incluindo procedimentos menos invasivos, cirurgias estéticas e de reconstrução. Há uma preocupação com a formação global dos profissionais. Por isso, além das aulas teóricas e práticas, o curso inclui as partes de ensino e pesquisa e divulgação de trabalhos científicos em publicações credenciadas. Ao final da formação, os alunos passam pela prova da SBCP, sendo obrigatória a aprovação para o exercício da especialidade.

As aulas práticas são ministradas no Centro de Cirurgia Plástica, que funciona desde 1980. O Centro funciona em parceria com o Departamento de Laser e Dermatologia. A ideia é unir a cirurgia plástica, a dermatologia e as facilidades do tratamento a laser em um só lugar.

Assim, é possível combinar técnicas e, com isso, melhorar os resultados dos procedimentos feitos nos pacientes. O coordenador do Centro é o Dr. José Carlos Daher, fundador do Hospital Daher. Ele é especialista em cirurgia plástica, tendo sido orientado pelo Dr. Ivo Pitanguy. Possui diversos trabalhos publicados e participações em congressos no Brasil e no exterior.

Dr. Daher ressalta a importância de investir na formação de especialistas. “O investimento da iniciativa privada na melhoria da capacitação de profissionais é um modelo que deveria ter apoio das instituições governamentais, já que é uma atividade suplementar da capacitação de profissionais em nível avançado de formação”, sugere o especialista.

Ao longo dos anos, vários trabalhos foram desenvolvidos no Centro de Estudos Daher e hoje são melhorias disponibilizadas para a população. Algumas delas são relacionadas a técnicas originais de reconstrução mamária, como o objetivo de otimizar os resultados da cirurgia.

Pela ligação do Dr. Daher com a mastologia, o Centro de Estudos Daher está em fase de planejamento de um curso de especialização em mastologia. Os recursos que financiam estes cursos são oriundos do próprio hospital e de mecanismos de contribuição criados com esse objetivo.

Brasília Rosa – artigo de José Carlos Daher para o Correio Braziliense

Leia abaixo artigo assinado pelo Dr. Daher publicado no jornal Correio Braziliense, no último dia 08 de outubro, sobre Câncer de Mama.

Em 1896, Halsted demonstrou que a amputação da mama curava ou prolongava a vida das pacientes com câncer. Salvou e prolongou a vida de mulheres. Mas mutiladas sofrem com barreiras conjugais e sociais. Em termos de linguagem corporal, a identidade feminina não está na vagina, mas em suas mamas.

Em 1962, Cronin teve a ideia de colocar próteses de material sintético na intimidade do corpo humano, especificamente para trazer volume às mamas. Em 1969, aluno de Pitanguy, tive os primeiros contatos com a técnica que ele usava largamente.

Brasília iniciou procedimentos nas prevenções e reconstruções mamárias em 1972, na cirurgia plástica do Hospital das Forças Armadas (HFA), serviço que eu implantei e chefiava. Iniciamos os grandes esvaziamentos das mamas e a reconstrução imediata com silicone. A técnica abriu caminho para os mastologistas, que passaram a retirar glândulas apenas com sinais sugestivos de câncer mamário.

O tratamento precoce dispensava a mastectomia radical, não deixava sequelas e tinha bonitos resultados. Produzimos filmes de 8mm e 16mm que apresentamos em dezenas de congressos no Brasil e no exterior. A técnica, inicialmente criticada por não garantir a retirada de 100% da glândula mamária, é hoje o dito skin sparing universalmente praticado, que acodiu Angelina Jolie.

Mas o que fazer quando faltava pele? Ainda no HFA, em 1973, atendi moça que, com casamento marcado, não tinha como contar ao noivo que, de nascimento, lhe faltava uma mama. Sem solução conhecida, propus a ela colocarmos um implante de silicone pequenino por trás do mamilo rudimentar, que seria trocado por outros gradativamente maiores. Após três cirurgias, ela tinha a mama que lhe faltava e se casou.

Reconstruí a mama daquela moça, mas não descrevi o princípio. Rodovan o fez em 1976, quando publicou sobre os expansores: pequenos sacos vazios colocados nos locais em que se quer mais pele. Eles são enchidos progressivamente e “dilatam a pele”. À semelhança da gravidez que distende o abdome e, após o parto, deixa flacidez abdominal, ao retirarmos o “expansor” preenchido, a pele que o cobria estará redundante permitindo a colocação da prótese para a reconstrução.

Mas os pacientes pós Halsted nem pele tinham para ser expandida. Aos portadores de câncer avançado, situação ainda tão comum no Brasil, só restam as grandes amputações, com ingratas cicatrizes residuais e um tórax aplainado.

Nesse enorme desafio técnico, Brasília também foi pioneira. Em 1979, Bostwick publicou técnica para trazer pele do dorso para a parede anterior do tórax. Em 4 de janeiro de 1980, reproduzi aqui essa cirurgia. Queria iniciar a década de 1980 com uma reconstrução mamária. Sonho profissional realizado.

Em 1983, Brasília foi novamente pioneira no país, ao reproduzir, pela primeira vez no Brasil, a técnica do americano Hartrampf, que levava tecido do baixo ventre aos moldes de uma abdominoplastia e os fazia chegar à parede anterior do tórax. Era uma imagem fantástica, pela abundância de tecidos que disponibilizava para reconstruir bonitas mamas. Demonstramos essa técnica em sete estados brasileiros e em dezenas de simpósios e congressos.

Finalmente, nasceu em Brasília, em 1992, a técnica original dos “retalhos em ilha das mamas”, que publiquei nos Estados Unidos. Permitia-nos reconstruir as amputações mamárias parciais nas quadrantectomias. Nós, que só conhecíamos as reconstruções totais, aprendemos a fazer as parciais, hoje usadas em todo o mundo.

Dificuldades técnicas superadas, deparo-me ainda com intermináveis filas de mulheres aguardando anos para tratamento. Nos planos de saúde, nos quais a paciente paga com recursos próprios, está cada vez mais difícil a autorização para a cirurgia. Chegam ao ridículo absurdo de autorizarem o tratamento só da mama que tem câncer e negam autorização para o indispensável tratamento da mama contralateral. Aconteceu-me recentemente.

Esta cidade pioneira, moradia do poder, bem que poderia acordar sem filas e burocracia, diminuindo amputações e sofrimentos. Aí, então, Brasília, que para mim é rosa há 41 anos, ficará definitivamente rosa para todos e para o mundo.

José Carlos Daher é Cirurgião Plástico Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Membro da Sociedade Brasileira de Mastologia, Membro Fundador da Sociedade Latino Americana de Mastologia, Fundador do Hospital Daher Lago Sul e Presidente do Sindicato Brasiliense de Hospitais.

www.dahercirurgiaplastica.com.br

Dr. Daher é nomeado diretor-presidente do SBH

No dia 4 de julho, o Dr. José Carlos Daher foi eleito como novo diretor-presidente do Sindicato Brasiliense de Hospitais Privados, Casas de Saúde e Clínicas (SBH). O médico ocupou esse cargo há 12 anos e agora, reassume a presidência do Sindicato situado em Brasília – Distrito Federal.

Cercado de desafios para fortalecer o sistema de saúde privada, Dr. Daher diz que para suprir as necessidades da população nos tempos de hoje é preciso adaptar novas metas. Segundo ele, os padrões mudaram e as necessidades da sociedade também. “O setor de saúde privada atende 40% da população do DF e o nosso papel é fazer com que exista harmonização entre os planos de saúde, hospitais e políticas públicas de saúde. Esperamos que o nosso trabalho tenha grande importância para a sociedade”, afirma.

Fundado desde 1989, o Sindicato Brasiliense de Hospitais conta com mais de 100 filiados e tem por finalidade desenvolver ações importantes na defesa dos interesses dos filiados e oferecer a eles, vários serviços como assessoria jurídica, representação nas negociações coletivas de trabalho, cursos profissionalizantes e de aprimoramento profissional, entre outros serviços.

Na mídia: Dr. Daher participa de congresso em Jurerê

Durante a primeira semana de fevereiro, o cirurgião plástico José Carlos Daher participa do congresso de cirurgia plástica American-Brazilian Aesthetic Meeting (ABAM), que acontece em Florianópolis, na Praia de Jurerê Internacional. O ABAM propicia um intercâmbio de conhecimento cientifico e possibilita aos cirurgiões plásticos de todo o mundo a oportunidade de apresentarem os trabalhos relevantes sobre técnicas inovadoras e de importância científica.

No evento, que reúne os grandes nomes da cirurgia plástica brasileira e estadunidense, Daher será moderador de um painel sobre técnicas modernas de rejuvenescimento facial com procedimentos mais eficientes e menos invasivos, técnicas nas quais é pioneiro tendo várias publicações em revistas científicas internacionais.

Este será o primeiro encontro de cirurgia plástica dos calendários brasileiro e americano em 2012. Durante a conferência serão abordarão vários temas como aumento de mama, contorno corporal, cirurgia vídeo-endoscópica, medicina estética, cirurgia palpebral, entre outros.